Pesquisa personalizada

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

EBD - LIÇÃO 7, A DIVISÃO ESPIRITUAL NO LAR (Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva)


 
TEXTO ÁUREO
"Semelhantemente, vós, mulheres, sede sujeitas ao vosso próprio marido, para que também, se algum não obedece à palavra, pelo procedimento de sua mulher seja ganho sem palavra"  (1 Pe 3.1).
 
 
VERDADE PRÁTICA
Ganhe o seu cônjuge para CRISTO, através do seu bom testemunho.
 
 
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Gn 2.18,22-24 A primeira família
Terça - Pv 14.1 A sabedoria da mulher
Quarta - Mc 10.6-12 O ensino acerca do divórcio
Quinta - At 16.1,2; 2 Tm 1.5 Evangelismo no lar
Sexta - Mt 5.13 Sal da terra
Sábado - Ef 5.8 Filhos da Luz
 
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE- 1 Coríntios 7.12-16
12 Mas, aos outros, digo eu, não o Senhor: se algum irmão tem mulher descrente, e ela consente em habitar com ele, não a deixe. 13 E se alguma mulher tem marido descrente, e ele consente em habitar com ela, não o deixe. 14 Porque o marido descrente é santificado pela mulher, e a mulher descrente é santificada pelo marido. Doutra sorte, os vossos filhos seriam imundos; mas, agora, são santos. 15 Mas, se o descrente se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou irmã, não está sujeito à servidão; mas DEUS chamou-nos para a paz. 16
Porque, donde sabes, ó mulher, se salvarás teu marido? Ou, donde sabes, ó marido, se salvarás tua mulher?
 
Todo crente gostaria que sua família o acompanhasse no dia do arrebatamento. Todos salvos e unidos pelo amor de DEUS. Todos vivendo aqui na Terra em paz e na expectativa da volta de JESUS.
 
 
Desde o namoro o crente deve saber que quem escolhe a pessoa para se casar é ele mesmo e não o acaso, ou os amigos, ou os pais, ou a condição financeira do outro, ou a silueta física do outro, ou o grau de instrução do outro, ou a profissão do outro, etc... A primeira condição para se escolher alguém para namorar é que esta pessoa seja crente convertido (II Co. 6.14 – jugo desigual), a segunda é que seja da vontade de DEUS (Gn. 24. 12-26).
 
Algumas situações dentro do casamento, entre os cônjuges, quanto à divisão espiritual no lar:
 
1-     Quando os cônjuges são crentes e um se desvia.
2-     Quando os cônjuges são crentes e os filhos também o são.
3-     Quando os cônjuges são crentes, mas os filhos não são.
4-     Quando os cônjuges não são crentes e um deles se converte, sendo que o outro não se converte.
5-     Quando os cônjuges não são crentes e um deles se converte, sendo que o outro depois também se converte.
 
Como nessa lição nosso assunto não é namoro, noivado ou casamento, mas casamento entre duas pessoas onde uma se converteu e outra não, vamos deixar esses assuntos para outra oportunidade.
Tratamos nesta lição a respeito das situações em que um cônjuge se converte, mas o outro continua descrente.
 
Para sabermos qualquer assunto na bíblia devemos saber o que JESUS falou a respeito desse assunto – ELE é quem da a Palavra Final para tudo.
 
JESUS “quem repudiar sua mulher e casar com outra, comete adultério contra aquela. E se ela repudiar seu marido e casar com outro, comete adultério”.
Paulo - I Co. 7.12-16 - “a mulher não se separe do marido (…) e que o marido não se aparte da sua mulher” (vs. 10,11).
Quando nos casamos fazemos uma aliança com DEUS primeiro e depois entre nós e depois com a sociedade da qual fazemos parte.
A aliança feita com DEUS não pode ser quebrada com risco de maldição para aquele que isso fizer.
 
“o que DEUS juntou não o separe o homem” (Mc. 10.9,11).
Até que a morte os separe - o homem e a mulher casados só podem se separar se um dos dois morrerem.
Quando o descrente decide se separar por motivo religioso, então o crente pode permitir, desde que nenhum dos dois se case com outra pessoa. Poderão ficar afastados para que, depois de refletirem sobre a separação voltem a se unirem novamente como é da vontade de DEUS.
 
“submissas a vossos próprios maridos, para que, se alguns ainda não obedecem à palavra, sejam ganhos sem palavra alguma, por meio do procedimento de suas esposas, ao observarem o vosso honesto comportamento cheio de grande temor” (I Pe. 3.1,2).
 
Quando um se converte e outro não, deve aquele convertido ficar calado quanto às questões religiosas.
Orar e jejuar e dar um ótimo testemunho de “nascer de novo” são as soluções melhores para que tudo vá bem e o cônjuge descrente seja salvo.
A união de duas pessoas completamente diferentes entre si é muito difícil e só terá sucesso se houver muito sacrifício de ambas as partes.
A mulher busca no homem o amor e o homem busca na mulher a submissão.
O grande problema é que o homem não sabe o que é o amor para a mulher e a mulher não sabe o que submissão para o homem.
Amor para o homem tem a ver com sustento, segurança e provisão.
Amor para a mulher tem a ver com datas importantes, palavras e atitudes românticas (elogios, flores, joias).
Submissão para a homem significa ser respeitado, honrado, admirado, aprovação total e irrestrita em todas suas decisões.
Submissão para a mulher é humilhação, sofrer espancamento, palavrões, desprezo, etc...
Como se vê, dois seres completamente diferentes que devem se esforçar muito para compreenderem um ao outro e devem se respeitar como dois seres que pensam diferente, que gostam de coisas diferentes, mas que se amam e se respeitam como seres humanos.
 
Quando um dos cônjuges se converte depois do casamento, não quer dizer que não possa manter relações sexuais com o outro pois ele (a) seria impuro (a). Paulo diz que o “marido incrédulo é santificado no convívio da esposa e a esposa incrédula é santificada no convívio do marido crente” (I Co. 7.14).
 
Isso não fala sobre salvação do outro pelo convívio, mas fala de um ato ser aceito por DEUS como limpo por causa da parte santa envolvida ai. Os filhos também são recebidos por DEUS como santos ao nascer, mas devem, tanto o marido (ou esposa) como os filhos se converterem logo na primeira oportunidade que tiverem de o fazer, pois a alma de cada um é sua e de sua responsabilidade diante de DEUS, ou para a salvação, ou para a perdição.
Ninguém nasce crente porque nasceu num lar evangélico ou porque tem um pai ou uma mãe evangélica, o mesmo vale para o marido para a esposa – DEUS não tem netos, só filhos. É preciso haver conversão e para isso deve haver arrependimento de pecados e aceitação de JESUS como único Salvador e Senhor.
 A postura do crente no lar é que vai ditar o futuro espiritual de sua família. É evidente que não podemos garantir 100% de conversões, mas podemos dizer que, na prática, resolve pelo menos 70% dos casos.
Esposa que fala pouco e em voz baixa. Que trata seu marido com respeito, reconhecendo-o como cabeça do lar, incentivando-o a respeito das coisas materiais e espirituais com amor e carinho. Esposa mansa e sem excesso de vaidade e que nunca fala mal das autoridades da Igreja. Esposa que mantém seu lar limpo, cheiroso e organizado. Essa esposa é uma vencedora e seu marido está fadado ao sucesso material e espiritual.
Marido amoroso, que conserta as coisas que vão atrapalhando em sua casa, que se lembra das datas importantes para sua esposa, que se lembra de dar flores e de reparar sempre nas roupas novas de sua esposa, em seu penteado novo, em seu perfume novo.  Marido que não espanca, não xinga, não maltrata psicologicamente sua esposa. Marido que sustenta se lar com honestidade e trabalho. Esse esposo é um vencedor e sua esposa com certeza lhe acompanhará em sua fé.
 
 
BEP - CPAD - 7.11 SE, PORÉM, SE APARTAR, QUE FIQUE SEM CASAR.
No versículo 10, Paulo mostra que a vontade de DEUS para o casamento é que ele seja permanente. Também mostra que, às vezes, o relacionamento conjugal se torna tão insuportável que é necessário os cônjuges se separarem. No versículo 11, portanto, Paulo não se refere ao divórcio permitido por DEUS, causado por adultério (ver Mt 19.9), nem ao abandono de um cônjuge pelo outro (ver v.15). Pelo contrário, Paulo está falando da separação sem divórcio formal. Talvez isso se refira a situações em que o cônjuge age de modo a pôr em perigo a vida física ou espiritual da esposa e dos filhos. Em tais casos, é preferível que um dos cônjuges deixe o outro, mas que permaneça sem casar. É inaceitável que Paulo fosse favorável a não separação de um casal em que um dos cônjuges vive sempre a maltratar fisicamente o outro e a agredir os filhos.
 
Mt 19.9 A exceção = Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério.
19.9 A NÃO SER POR CAUSA DE PROSTITUIÇÃO. A vontade de DEUS para o casamento é que ele seja vitalício, i.e., que cada cônjuge seja único até que a morte os separe (vv. 5,6; Mc 10.7-9; Gn 2.24; Ct 2.7; Ml 2.14). Neste particular, JESUS cita uma exceção, a saber, a prostituição (gr. porneia), palavra esta que no original inclui o adultério ou qualquer outro tipo de imoralidade sexual (5.32; 19.9). O divórcio, portanto, deve ser permitido em caso de imoralidade sexual, quando o cônjuge ofendido se recusar a perdoar. (1) Quando JESUS censura o divórcio em 19.8,9, não estava referindo-se à separação por causa de adultério, mas ao divórcio como permitido no AT em casos de incontinência pré-nupcial, constatada pelo marido após a cerimônia do casamento (Dt 24.1). A vontade de DEUS em tais casos era que os dois permanecessem juntos. Todavia, Ele permitiu o divórcio, por incontinência pré-nupcial, por causa da dureza de coração das pessoas (vv. 7,8). (2) No caso de infidelidade conjugal depois do casamento, o AT determinava a dissolução do casamento com a execução das duas partes culpadas (Lv 20.10; Êx 20.14; Dt 22.22). Isto, evidentemente, deixaria o cônjuge inocente livre para casar-se de novo (Rm 7.2; 1 Co 7.39). (3) Sob a Nova Aliança, os privilégios do crente não são menores. Embora o divórcio seja uma tragédia, a infidelidade conjugal é um pecado tão cruel contra o cônjuge inocente, que este tem o justo direito de pôr termo ao casamento mediante o divórcio. Neste caso, ele ou ela está livre para casar-se de novo com um crente (1 Co 7.27,28).
Casamento misto.
Ed 9 e 10 = Ne 13.23= Vi também, naqueles dias, judeus que tinham casado com mulheres asdoditas, amonitas e moabitas.
 
Neemias 13.23-29
23 - Vi também, naqueles dias, judeus que tinham casado com mulheres asdoditas, amonitas e moabitas. 24 - E seus filhos falavam meio asdodita e não podiam falar judaico, senão segundo a língua de cada povo. 25 - E contendi com eles, e os amaldiçoei, e espanquei alguns deles, e Ihes arranquei os cabelos, e os fiz jurar por DEUS, dizendo: Não dareis mais vossas filhas a seus filhos e não tomareis mais suas filhas, nem para vossos filhos nem para vós mesmos. 26 - Porventura, não pecou nisso Salomão, rei de Israel, não havendo entre muitas nações rei semelhante a ele, e sendo amado de seu DEUS, e pondo-o DEUS rei sobre todo o Israel? contudo, as mulheres estranhas o fizeram pecar. 27 - dar-vos-íamos nós ouvidos, para fazermos todo este grande mal, prevaricando contra o nosso DEUS, casando com mulheres estranhas? 28 - Também um dos filhos de joiada, filho de Eliasibe, o sumo sacerdote, era genro de Samba late, o horonita, pelo que o afugentei de mim.29 - Lembra-te deles, DEUS meu, pois contaminaram o sacerdócio, como também o concerto do sacerdócio e dos levitas.
 

13.3 APARTARAM DE ISRAEL TODA MISTURA (BEP-CPAD). Os estrangeiros pagãos foram rejeitados em Israel, para que assim houvesse uma barreira entre o povo de DEUS e as práticas iníquas dos incrédulos.
(1) Para se compreender a vontade de DEUS aqui, precisamos considerar a tendência inata do seu povo, de conformar-se com os costumes, prazeres e maneira de viver do mundo.
(2) Portanto, um requisito essencial para o povo de DEUS ser santo, é permanecer separado do procedimento, padrões e costumes ímpios da nossa sociedade e tomar posição firme contra as influentes e populares manifestações do espírito deste mundo. Se os crentes se omitirem terão a perda da presença de DEUS e das bênçãos que Ele reservou para nós.
13.25 CONTENDI COM ELES
 (BEP-CPAD). Há ocasiões em que os dirigentes, se realmente são servos de DEUS, precisam ter ira santa contra o mal e adotar medidas drásticas para corrigir uma situação maléfica que surja. Usar de brandura e mansidão, quando há desrespeito público e cínico ante a vontade de DEUS, pelos membros da igreja, passa a ser fraqueza e transigência. A correção aplicada por Neemias demonstra um zelo por DEUS semelhante ao de CRISTO, quando Ele tomou um chicote para expulsar os vendilhões do templo de Jerusalém (Mt 21.12,13; Jo 2.13-16; ver Lc 19.45).
 
A responsabilidade dos ministrantes e dos ministrados
O casamento é uma aliança, primeiro entre DEUS e os nubentes, depois entre o homem e a mulher.
Se o casal não for instruído corretamente sobre a importância dessa aliança e sobre a pessoa que está selando essa aliança, então a aliança não será feita corretamente.
Cabe a cada líder informar os nubentes da responsabilidade de se assumir uma aliança com DEUS.
Melhor é não votar do que votar e não cumprir o voto.

 

Como prevenir. Assim que se percebe que a relação conjugal está sofrendo algum tipo de desgaste, é obrigação dos cônjuges atentar para, pelo menos, três pontos fundamentais da convivência sadia, rogando a ajuda do ESPÍRITO a fim de pô-los em prática.
a) Comunicação. O diálogo é talvez a maior necessidade do ser humano moderno, as famílias estão a beira da falência por falta de se comunicarem entre si. É a correria do dia a dia e a preocupação com os bens materiais, trazendo falta de tempo para as coisas mais importantes. O casal precisa conversar e conversar muito entre si, discutindo amigavelmente todos os problemas e descobrindo juntos a solução para os tais. também é preciso comunicação para a satisfação sexual de ambos, o que um gosta e deseja pode ser a barreira para que o outro não seja satisfeito.
b) Unidade de propósitos. O rumo, o futuro da família deve ser comum aos dois, ao casal que planejam juntos sua felicidade.
c) Humildade. Pedir desculpas sempre que errar, julgar o outro superior a si mesmo são maneiras de manter o casamento aquecido do frio do desprezo. Lembre-se de que quando um não quer, dois não brigam. É melhor "perder aparentemente" hoje e ganhar amanhã, do que colocar tudo a perder por falta de humildade.
 
Quando o divórcio é permitido. Somente em dois casos:
a- Quando há adultério.
b- Quando o descrente quer se apartar.
 
Mas o cônjuge crente, deve fazer de tudo para ganhar o  descrente para JESUS, conforme a recomendação de Pedro (1 Pe 3.1-6). 3.1 MARIDOS... SEJAM GANHOS. Pedro ensina como uma esposa deve agir a fim de ganhar para CRISTO o seu marido não salvo. (1) Ela deve ser submissa ao marido e reconhecer a sua liderança na família (ver Ef 5.22). (2) Ela deve conduzir-se de modo santo e respeitoso, com espírito manso e quieto (vv. 2-4; ver 1 Tm 2.13,15). (3) Ela deve esforçar-se para ganhar o marido para CRISTO, mais pelo comportamento, do que por suas palavras.3.3,4 ENFEITE EXTERIOR... BELEZA INTERIOR. Os adornos berrantes, exagerados e dispendiosos são contrários ao espírito modesto que DEUS requer da parte das mulheres cristãs (ver 1 Tm 2.9). (1) O que muito importa para DEUS nas mulheres cristãs é uma disposição mansa e quieta (cf. Mt 11.29; 21.5), que as leva a honrá-lo, ao dedicarem-se a ajudar o marido e a família a alcançar a vontade de DEUS para as suas vidas. (a) O adjetivo "manso" descreve uma atitude despretensiosa que se manifesta numa submissão amável e na solicitude pelo próximo (cf. Mt 5.5; 2 Co 10.1; Gl 5.23). (b) O adjetivo "quieto" refere-se à esposa não ser agitada e indelicada. Noutras palavras, DEUS declara que a verdadeira beleza da mulher é questão de caráter, e não primeiramente de enfeites. (2) As esposas cristãs de nossos dias devem ser fiéis a CRISTO e à sua Palavra, num mundo dominado pelo materialismo, pelas modas dominantes, pelos direitos humanos, pela obsessão sexual e pelo desprezo aos valores do lar e da família.
 
Aos casais mistos (1 Co 7.12,13).
Aqui se fala em separação, não em divórcio. Não existe aqui permissão para novo casamento, nem de um, nem de outro. O que DEUS uniu, não o separe o homem. O melhor aqui é deixar que o tempo separados mostre ao casal que o melhor mesmo é se perdoarem e reatarem seu relacionamento visando principalmente o bem-estar dos filhos.

“Se por um lado não há casamentos totalmente a salvo, por outro lado também não há casamentos totalmente perdidos. DEUS subordina seu poder de restaurar o matrimônio problemático ao perdão entre os cônjuges. Portanto, o divórcio não deve jamais ser visto como uma prática a ser seguida em qualquer situação, mas como uma extrema exceção.”
 Revista Ensinador Cristão, CPAD, nº 11, pág.39
“Uma mulher podia ser comprada, e com freqüência era considerada propriedade do homem. No lar era usada como se fora uma escrava, e por qualquer razão podia ser repelida e expulsa. JESUS não somente procurou elevar a posição da mulher na sociedade, mas também procurou eliminar esse duplo padrão. Assim fazendo, o Senhor elevou grandemente o estado de casado.”  CHAMPLIN, Russel Norman. O Novo Testamento Interpretado: versículo por versículo. São Paulo,  Hagnos, 2002. V.1. p.482.
 
A igreja deve, buscando ao Senhor, sempre ajudar a salvar os casamentos em perigo, enquanto procura desestimular o divórcio.
 
A responsabilidade individual. 
Ez 18.4 Eis que todas as almas são minhas; como o é a alma do pai, assim também a alma do filho é minha: a alma que pecar, essa morrerá.
Ez 18.20 A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniqüidade do pai, nem o pai levará a iniqüidade do filho. A justiça do justo ficará sobre ele e a impiedade do ímpio cairá sobre ele.
"Crê no Senhor JESUS, e serás salvo, tu e toda a tua casa", At.16:31
DEUS tem um plano para toda a família. Não quer dizer que porque um se converteu, todos irão converter-se por causa deste texto. Não creio que ele seja uma promessa a todo crente, mas sim que revele uma intenção de DEUS quanto às famílias de uma forma geral. Vale lembrar que Paulo declarou isto ao carcereiro num momento em que este homem ia se matar. Paulo não podia vê-lo, pois além de estar dentro de sua cela, a Bíblia diz que eles estavam no escuro. O apóstolo Paulo teve uma revelação do ESPÍRITO SANTO para uma pessoa específica, num momento específico. Não posso dizer: - "Hei, DEUS! Você prometeu que se eu cresse iria salvar todo mundo lá em casa!". Mas posso muito bem orar pelos meus familiares crendo que há um plano divino para a família. Cada familiar meu tem o direito de escolha, se dirão sim ou não a JESUS CRISTO, é responsabilidade pessoal de cada um deles. Mas farei de tudo para convencê-los, ensiná-los, cobri-los de oração intercessória e tudo o mais que for possível. No caso deste carcereiro filipenses, o Senhor mostrou de antemão toda a família salva. Mas para cada um de nós, mesmo se não diga de antemão o que irá acontecer, DEUS já revelou seu plano em sua Palavra para toda a família. E o sacerdote do lar tem uma grande responsabilidade de afetar o destino dos seus entes queridos.
 
COMO A FAMÍLIA PODE SER SALVA
Confie na promessa de DEUS. 

A Bíblia esta cheia de promessas de DEUS para seus lhos. E a promessa de um DEUS fiel, que cumpre sem a sua Palavra.
Podemos confiar nas suas promessas.
Podemos arriscar nelas a nossa vida. DEUS não irá falhar. Por isso vale a pena conhecer as promessas de DEUS para a nossa vida. Mais ainda, vale a pena guardá-las b gravadas na nossa mente e no nosso coração. Por isso anote dia por dia as promessas de DEUS.
Não encontraremos promessas em todas as passagens que lermos. Mas são tantas as promessas de DEUS na Bíblia que encontramos muitas e com freqüência. Anote sempre que encontrar (se não encontrar, não se preocupa não queira criar promessas que DEUS não fez).
Eis alguns exemplos:
"Todo aquele que proclama que JESUS é o Filho de DEUS, DEUS permanece nele e ele em DEUS" (1 Jo 4,15).
"E estais certos de que cada um receberá do Senhor recompensa do bem que tiver feito" (Ef 6,8)
"Porque eu vos darei uma palavra cheia de sabedoria a qual não poderão resistir nem contradizer os vossos adversários" (Lc 21,15).
"Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (Rom 10,13).
"Mas o Senhor é fiel, e Ele há de vos dar forças e vos preservar do mal" (2 Tes 3,3).

 
 
 
Se For Casado Com Uma Pessoa Não-Salva e Este Quiser se Apartar
 
Escrevendo aos Coríntios, o apóstolo Paulo responde esta questão dizendo que se um cônjuge não crente quiser se apartar, que o cônjuge crente permita (I Cor. 7:15). A iniciativa da separação nunca deve ser do crente e sim dos descrente. Não é o crente que quer se apartar, mas o incrédulo. É o descrente que está descontente, pensando que não há mais futuro no lar para eles, desde que o crente se converteu ao Senhor. JESUS predisse que haveria problemas na família por causa do evangelho (Luc 12:51-52; 18:29-30; Mat 19:29; Mat 10:34-36).
 
Se ele ficar, o ESPÍRITO SANTO vai trabalhar para sua conversão
 
Se a esposa ou o marido incrédulo consente em morar com o crente, Paulo diz que este não deve deixar o seu cônjuge. DEUS nos chamou à paz. O incrédulo é santificado no convívio com o crente. Pode ser que a esposa ou o marido incrédulo seja salvo (I Cor 7:12-14).
 
O caso de  1 Co 5.9-11 = Já por carta vos tenho escrito que não vos associeis com os que se prostituem; isso não quer dizer absolutamente com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo. Mas, agora, escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais.
Aqui Paulo não está falando de um marido ou de uma esposa descrente. Está falando de um crente fiel e seu relacionamento com um crente infiel (desviado) que vive na prática do pecado.
 
 
Eunice, que havia aprendido de Lóide, sua mãe, ensina ao filhoTimóteo
O Apóstolo Paulo elogiou Timóteo pelas seguintes qualidades: "A fé não fingida que em ti há, a qual habitou primeiro em tua avó Loide, e em tua mãe Eunice" (II Timóteo 1:5)
Timóteo era um "cooperador no evangelho de Cristo" (I Tessalonicenses 3:2) e um fiél assistente de Paulo, que se referiu a ele da seguinte forma: "Meu verdadeiro filho na fé" (I Tomóteo 1:2)
 
Eunice e Lóide Mães Cristãs Exemplos Para Nossos Dias (II Tm 1. 2-5) (http://www.estudosgospel.com.br/esbocos/geral/eunice-e-loide.html)
A palavra de Deus semeada no coração do homem desde a mais tenra infância, produz fruto para a vida eterna, a mais sólida educação cristã é aquela que se transmite dos pais para os filhos.
 
"Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele".   Provérbios 22.6
 
1. EUNICE E LÓIDE, MÃES CRISTÃS EXEMPLARES PARA OS NOSSOS DIAS
Exemplo no lar , exemplo de mãe cristã (hoje em dia há muita mãe sem dar exemplo).
Permanece naquilo que aprendeste.
dedicação religiosa no lar , culto e ensinamento segundo a palavra de Deus (Hoje as nossas crianças o futuro do ministério tem sido colocadas de lado, esquecemos as vezes dele como a mãe de Jesus o perdeu na festa e jesus estava no Templo, estamos as vezes ganhando várias almas, mas perdendo os filhos).
 
2. PAULO PROCURA UM OBREIRO PARA A SEARA DO SENHOR (Deus está procurando também)
A condição do obreiro (conhecia as sagradas escrituras desde pequeno).
Ele teve a estrutura dada pelos pais para a sua formação.
Paulo convida Timóteo a acompanhá-lo (hoje muitos jovens acompanham o mundo e esquecem o que foi passado pelos pais).
A herança espiritual de Timóteo era a herança familiar, ensinado segundo o padrão de Deus, não segundo o padrão do mundo (tudo fazem e não há limites, tudo é legal e pronto).
 
3. O QUE EUNICE E LÓIDE DEIXARAM A TIMÓTEO?
Uma fé não fingida , ele tinha base e estrutura cristã.
O conhecimento da palavra de Deus..
Um obreiro preparado e exemplo no seu lar.
" Timóteo foi cheio do Espírito Santo (uma benção nas mãos do Senhor).
 
 Cabe a você pai e mãe continuar ensinando o seu filho as coisas do céu, para mais tarde ver o exemplo que foi gerado através de seu esforço, ensina teu filho desde a infância e verás o que Deus fará dele no ministério.
 
INTERAÇÃO
O que fazer quando um dos cônjuges não se converte ao Senhor? Essa é uma situação que, apesar de difícil, possivelmente alguns de seus alunos podem estar enfrentando. Sabemos que o servo de DEUS deve casar-se no Senhor, todavia, muitos se convertem a JESUS depois do casamento. Enfatize que nesse caso é preciso que o cônjuge busque, em DEUS, sabedoria para que o lar seja um lugar de paz, amor e respeito. Quando o cônjuge não é crente, a Palavra de DEUS recomenda a submissão (1 Pe 3.1) a fim de que ele seja alcançado por intermédio do bom testemunho do cristão. Essa é a vontade de DEUS!
 
OBJETIVOS- Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Explicar como deve ser o procedimento do crente quando um dos cônjuges não é crente.
Conscientizar-se de que quando um dos cônjuges não é crente é preciso agir com muita sabedoria.
Compreender o valor da evangelização no lar.
 
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, pergunte se algum aluno tem cônjuge descrente. Caso haja na classe alguém, peça que essa pessoa diga o que tem feito para alcançar seu esposo (a). Em seguida explique que é promessa do Senhor salvar as nossas famílias, contudo, precisamos de muita sabedoria a fim de que todos em nossas casas sejam alcançados através de um bom testemunho. Depois leia e discuta com os alunos o texto de Atos 16.31. Encerre orando pelos irmãos (ãs) que têm cônjuges descrentes. Diga que em breve eles poderão dizer: "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor" (Js 24.15).
 
RESUMO DA LIÇÃO 7, A DIVISÃO ESPIRITUAL NO LAR
I. CONVIVENDO COM O CÔNJUGE NÃO CRENTE
1. A convivência com o cônjuge descrente.
2. Santificando o cônjuge.
II. AGINDO COM SABEDORIA
1. Na criação dos filhos.
2. Nos afazeres domésticos.
3. Na vida espiritual.
III. EVANGELIZANDO O CÔNJUGE
1. Com nova postura.
2. Com bom testemunho.
 
SINÓPSE DO TÓPICO (1)
A Palavra de DEUS aconselha que, se o cônjuge descrente não se opuser à fé do que aceitou ao Senhor JESUS, então não deve o crente, em hipótese alguma, abandoná-lo.
SINÓPSE DO TÓPICO (2)
O cônjuge crente deve pedir sabedoria a DEUS para que seus filhos sejam criados no temor do Senhor.
SINÓPSE DO TÓPICO (3)
O cônjuge convertido deve demonstrar que em CRISTO ele é uma nova criatura. 
 
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I - Subsídio Teológico
"Casamento misto onde os parceiros estão satisfeitos (1 Co 7.12-14)
O primeiro exemplo de um casamento misto é aquele no qual o parceiro descrente está disposto a permanecer com o outro que havia se tornado cristão. Nesse caso, o cristão era obrigado a permanecer com o parceiro descrente. Tal diretiva de Paulo deixava claro que o cristão, não poderia partir ou divorciar-se do outro, baseando-se na recusa do outro em se tornar cristão. O cristianismo não pode se tornar uma desculpa para a conduta pagã. Então, se o parceiro descrente está satisfeito, o crente é obrigado a permanecer casado.
Não há qualquer estigma espiritual ligado a um novo convertido que permanece com um cônjuge inconverso. Ao contrário, o parceiro inconverso recebe algum benefício espiritual do cristão. Com relação às bênçãos espirituais que o descrente compartilha, Paulo escreve: 'Porque o marido descrente é santificado pela mulher, e a mulher descrente é santificada pelo marido (v. 14)'. Isto não significa que o descrente sofra uma mudança moral ou espiritual. A expressão 'é santificado' 'não pode significar santo em CRISTO perante DEUS, porque este tipo de santidade não pode ser atribuído a um descrente'. Paulo usa o termo santificado aqui com um significado cerimonial, e não em um sentido ético espiritual" (Comentário Bíblico Beacon. Vol 8. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.298).
 
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II - Subsídio Teológico
“Um casamento misto onde o descrente não está satisfeito (1 co 7.15,16)
A situação aqui é oposta do casamento misto onde os parceiros permanecem juntos por consentimento mútuo. Se o descrente se recusar a permanecer com o crente, o cristão está livre da obrigação de sustentar o casamento: ‘Mas, se o descrente se apartar, aparte-se’ (v. 15). Desta maneira o crente fica em paz. Sob tais circunstâncias, o cristão não está destinado a uma vida de perseguição, abuso e agonia, por causa de seu relacionamento com um parceiro pagão. Mas a separação deve ser iniciada e completada por outra pessoa. O cristão nem deve estimular a dissensão nem promover separações. A paz e o amor devem ser sempre as marcas da vida cristã.
Não há qualquer contradição entre a atitude de Paulo ao permitir o rompimento de um casamento com um descrente pagão, e o mandamento de JESUS em Mateus 5.32. As palavras do Senhor foram dirigidas àqueles que professam ser leais e sujeitos a DEUS. As palavras de Paulo são dirigidas àqueles que são casados com descrentes. A diretiva não dá permissão para que um crente se case com um descrente. Serve apenas para uma pessoa casada que se torna crente depois de seu casamento. Em tal situação, o cristão está livre para deixar que o descrente parta, em vez de insistir em continuar uma união que sobrevive em uma atmosfera de tensões, brigas e medo.
Se o parceiro descrente iniciar a separação, o cristão não deve se condenar pelo fracasso do cônjuge que partiu, por não ter se tornado cristão” (Comentário Bíblico Beacon. Vol 8. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.299).
 
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
CRUZ, Elaine. Sócios, Amigos & Amados: Os três pilares do casamento. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005.
SAIBA MAIS- Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 51, p.39

Nenhum comentário:

Postar um comentário