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terça-feira, 20 de setembro de 2011

EBD- LIÇÃO 13, A PLENITUDE DO REINO DE DEUS (Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva)



 
TEXTO ÁUREO
Porque brotará um rebento do tronco de Jessé, e das suas raízes um renovo frutificará" (Is 11.1).
 
 
VERDADE PRÁTICA
Na consumação de todas as coisas, DEUS estabelecerá plenamente o seu Reino e o entregará como herança aos que tiverem recebido a JESUS CRISTO como o seu Salvador.
 
 
LEITURA DIÁRIA
Segunda - 1 Tm 2.4 O DEUS de esperança
Terça - Tt 2.13 Conservemos a bendita esperança
Quarta - Mt 5.20 Vivendo os valores do Reino em esperança
Quinta - Dt 4.32-34; Mt 13 O Reino de DEUS é tema central nas Escrituras
Sexta - Mt 25.31-34 A plenitude do Reino de DEUS
Sábado - Ap 21.5 DEUS fará novas todas as coisas
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Isaías 11.19
1 - Porque brotará um rebento do tronco de Jessé, e das suas raízes um renovo frutificará. 2 - E repousará sobre ele o ESPÍRITO do Senhor, e o ESPÍRITO de sabedoria e de inteligência, e o ESPÍRITO de conselho e de fortaleza, e o ESPÍRITO de conhecimento e de temor do Senhor. 3 - E deleitar-se-á no temor do Senhor e não julgará segundo a vista dos seus olhos, nem repreenderá segundo o ouvir dos seus ouvidos; 4 - mas julgará com justiça os pobres, e repreenderá com equidade os mansos da terra, e ferirá a terra com a vara de sua boca, e com o sopro dos seus lábios matará o ímpio. 5 - E a justiça será o cinto dos seus lombos, e a verdade, o cinto dos seus rins. 6 - E morará o lobo com o cordeiro, e o leopardo com o cabrito se deitará, e o bezerro, e o filho de leão, e a nédia ovelha viverão juntos, e um menino pequeno os guiará. 7 - A vaca e a ursa pastarão juntas, e seus filhos juntos se deitarão; e o leão comerá palha como o boi. 8 - E brincará a criança de peito sobre a toca da áspide, e o já desmamado meterá a mão na cova do basilisco. 9-Não se fará mal nem dano algum em todo o monte da minha santidade, porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar.
 
A paz mundial (http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao7-dns-cristoaperfeitapaz.htm):
  Todos os que adormeceram no sono da morte pela desordem introduzida no mundo, sonham com o tempo de despertar em paz. Portanto, sonham com o dia em que o Messias ser-lhes-á Príncipe da Paz. Todo desejo de paz, desde os desejos dos que militam nas grandes guerras que assolaram as nações até àqueles desejos narrados nas Epopéias dos grandes poetas, é uma fagulha da nostálgica paz que o homem, a história e o mundo precisam. O mundo e a história conhecerão essa paz, com a ausência total de conflitos étnicos, ideológicos, bélicos e militares, bem como conhecerão uma potência extraordinária que governará e manterá os seus súditos em perfeita ordem. Ao homem a paz foi revelada na pessoa de CRISTO: “Ele próprio é a Paz” (Miq 5,4; Ef 2,14). 
Milênio - Governo de CRISTO sobre a Terra - PAZ MUNDIAL
Milenismo é um estudo escatológico baseado em Apocalipse 20.1-10.
Trata-se da interpretação dos mil anos de reinado de Cristo sobre a terra. 
Os mil anos, interpretados literalmente ou como um longo período, serão um longo período de paz, com um reino universal governado por Cristo e pelos justos participantes da primeira ressurreição (Apocalipse 20.5). Acreditamos que esses eventos sucedem a volta gloriosa de Cristo, queda da besta e a prisão de satanás, retratados no capítulo 19 de Apocalipse, e que antecedem a rebelião de satanás, o juízo final e a segunda ressurreição.
 
O Milênio será um período de mil anos, onde Jesus estabelecera o seu Reino, aqui na Terra juntamente com o remanescente de Israel, a Igreja glorificada, e as nações que estiverem ao lado de Israel durante o período da Grande Tribulação. Será exatamente no momento em que a Grande Tribulação findar, que o Milênio – O Reino do Messias, terá o seu inicio (Ap 20.1-4). Os propósitos deste Reino Milenar serão de: Exaltar e engrandecer o nome de Cristo como Rei dos Reis e Senhor dos Senhores (Ap 19.6,16); Cumprir a promessa feita a Israel de verdadeiramente possuir a terra que lhe pertence por herança, desde o rio do Egito até ao rio Eufrates (Gn 15.18); Galardoar a Igreja com o privilegio de reinar com Cristo durante esse período de mil anos (Ap 20.6; II Tm 2.12). Será um tempo de paz entre as nações (Mq 4.3), de recuperação biológica e ecológica da terra (Is 35.1,2), e de prosperidade física e espiritual com a efusão do ESPÍRITO SANTO (Zc 12.9,10). Entretanto o diabo estará amarrado durante esses mil anos, pelo que não pode incitar ninguém ao pecado (Ap 20.2). Será solto no final por um pouco tempo, mas novamente preso e finalmente lançado no inferno do qual nunca mais sairá do seu tormento eterno (Ap 20.7,10). Nós estaremos em vitória a caminho da Nova Jerusalém Celestial (Hb 11.10), onde passaremos a nossa eternidade com o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (I Jo 2.25; Jo 14.1-3; Ap 21.10-27). (http://www.sepoangol.org/sm2004-49.htm).
 
A PAZ DE DEUS
Jr 29.7 “Procurai a paz da cidade para onde vos fiz transportar; e orai por ela ao SENHOR, porque, na sua paz, vós tereis paz.”

DEFINIÇÃO DE PAZ. 
A palavra hebraica para “paz” é shalom. Denota muito mais do que a ausência de guerra e conflito. O significado básico de shalom é harmonia, plenitude, firmeza, bem-estar e êxito em todas as áreas da vida.
(1) Pode referir-se à tranqüilidade nos relacionamentos internacionais, tal como a paz entre as nações em guerra (e.g., 1Sm 7.14; 1Rs 4.24; 1Cr 19.19).
(2) Pode referir-se, também, a uma sensação de tranqüilidade dentro de uma nação durante tempos de prosperidade e sem guerra civil (2Sm 3.21-23; 1Cr 22.9; Sl 122.6,7).
(3) Pode ser experimentada com integridade e harmonia nos relacionamentos humanos, tanto dentro do lar (Pv 17.1; 1Co 7.15) quanto fora (Rm 12.18; Hb 12.14; 1Pe 3.11).
(4) Pode referir-se ao nosso senso pessoal de integridade e bem-estar, livre de ansiedade e em paz com a própria alma (Sl 4.8; 119.165; cf. Jó 3.26) e com DEUS (Nm 6.26; Rm 5.1).
(5) Finalmente, embora a palavra shalom não seja empregada em Gn 1—2, ela descreve o mundo originalmente criado, que existia em perfeita harmonia e integridade. Quando DEUS criou os céus e a terra, criou um mundo em paz. O bem-estar total da criação reflete-se na breve declaração: “E viu DEUS tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom” (Gn 1.31). 

A INTERRUPÇÃO DA PAZ. 
Quando Adão e Eva deram atenção à voz da serpente, e comeram da árvore proibida (Gn 3.1-7), sua desobediência introduziu o pecado e se interrompeu a harmonia original do universo.
(1) Naquele momento, Adão e Eva experimentaram, pela primeira vez, culpa e vergonha diante de DEUS (Gn 3.8), e uma perda da paz interior.
(2) O pecado de Adão e Eva no jardim do Éden destruiu seu relacionamento harmonioso com DEUS. Antes de comerem daquele fruto, tinham íntima comunhão com DEUS (cf. 3.8), mas depois esconderam-se “da presença do SENHOR DEUS, entre as árvores do jardim” (Gn 3.8). Ao invés de sentirem anelo pela conversa com DEUS, agora tiveram medo da sua voz (Gn 3.10).
(3) Além disso, interrompeu-se o relacionamento harmonioso entre Adão e Eva como marido e mulher. Quando DEUS começou a falar-lhes a respeito do pecado que haviam cometido, Adão lançou a culpa em Eva (Gn 3.12), e DEUS declarou que a rivalidade entre o homem e a mulher continuariam (Gn 3.16). Assim começou o conflito social que agora é parte integrante das difíceis relações humanas, desde as discussões e a violência no lar (cf. 1Sm 1.1-8; Pv 15.18; 17.1), até os conflitos e guerras internacionais.
(4) Finalmente, o pecado interrompeu a harmonia e a unidade entre a raça humana e a natureza. Antes de Adão pecar, trabalhava alegremente no jardim do Éden (Gn 2.15), e andava livremente entre os animais, dando nome a cada um (Gn 2.19,20). Parte da maldição divina após a queda envolvia a inimizade entre a serpente e Adão e Eva (Gn 3.15), bem como uma nova realidade: o trabalho produziria suor e labuta (Gn 3.17-19). Antes havia harmonia entre a raça humana e o meio-ambiente, agora luta e conflito de modo que “toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora” (ver Rm 8.22 ).

A RESTAURAÇÃO DA PAZ. 
Embora o resultado da queda fosse a destruição da paz e do bem-estar para a raça humana, e até mesmo para a totalidade do mundo criado, DEUS planejou a restauração do shalom; logo, a história da reconquista da paz é a história da redenção em CRISTO.
(1) Tendo em vista que Satanás deu início à destruição da paz no mundo, o restabelecimento da paz deve envolver a destruição de Satanás e do seu poder. Por isso, muitas das promessas do AT a respeito da vinda do Messias eram promessas da vitória e paz vindouras. Davi profetizou que o Filho de DEUS governaria as nações (Sl 2.8,9; cf. Ap 2.26,27; 19.15). Isaías vaticinou que o Messias reinaria como o Príncipe da Paz (Is 9.6,7). Ezequiel predisse que o novo concerto que DEUS se propôs estabelecer através do Messias seria um concerto de paz (Ez 34.25; 37.26). E Miquéias, ao profetizar o nascimento em Belém do rei vindouro, declarou: “E este será a nossa paz” (Mq 5.5).
(2) Por ocasião do nascimento de JESUS, os anjos proclamaram que a paz de DEUS acabara de chegar à terra (Lc 2.14). O próprio JESUS veio para destruir as obras do diabo (1Jo 3.8) e para romper todas as barreiras de conflito que tomasse parte da vida a fim de fazer a paz (Ef 2.12-17). JESUS deu aos discípulos a sua paz como herança perpétua antes de ir à cruz (Jo 14.27; 16.33). Mediante a sua morte e ressurreição, JESUS desarmou os principados e potestades hostis, e assim possibilitou a paz (Cl 1.20; 2.14,15; cf. Is 53.4,5). Por isso, quando se crê em JESUS CRISTO, se é justificado mediante a fé e se tem paz com DEUS (Rm 5.1). A mensagem que os cristãos proclamam são as boas-novas da paz (At 10.36; cf. Is 52.7).
(3) Apenas saber que CRISTO veio como o Príncipe da Paz não garante que a paz se tornará automaticamente parte da vida; para experimentar a paz há que se estar unido com CRISTO numa fé ativa. O primeiro passo é crer no Senhor JESUS CRISTO. Quando assim faz, a pessoa é justificada pela fé (Rm 3.21-28; 4.1-13; Gl 2.16) e assim tem paz com DEUS (Rm 5.1). Juntamente com a fé, deve-se andar em obediência aos mandamentos divinos a fim de viver-se em paz (Lv 26.3,6). Os profetas do AT declaram freqüentemente que não há paz para os ímpios (Is 57.21; 59.8; Jr 6.14; 8.11; Ez 13.10, 16).
A fim de que os crentes conheçam sua paz perpétua, DEUS lhes tem dado o ESPÍRITO SANTO, que começa a operar em nós um aspecto do fruto, que é a paz (Gl 5.22; cf. Rm 14.17; Ef 4.3). Com a ajuda do ESPÍRITO, deve-se orar pedindo a paz (Sl 122.6,7; Jr 29.7; ver Fp 4.7), deixar que a paz governe o coração (Cl 3.15), buscar a paz e segui-la (Sl 34.14; Jr 29.7; 2Tm 2.22; 1Pe 3.11), e esforçar-se por viver em paz com o próximo (Rm 12.18; 2Co 13.11; 1Ts 5.13; Hb 12.14). 

 
Professor, os seus alunos sabem o conceito de paz nas línguas bíblicas, hebraico e grego? A paz, do grego eirene e do hebraico shalôn, é diferente de ausência de guerras. A verdadeira paz, conforme Nm 6.26 e Ef 2.14, é adquirida através do favor de nosso Senhor JESUS CRISTO, o Príncipe da Paz (Is 9.6). Enfatize aos alunos que para obter a verdadeira paz com DEUS é necessário desfrutar da justificação pela fé em CRISTO (Rm 5.1).
 
Professor, enfatize aos alunos que a paz de DEUS não é apenas o reflexo de seu amor e misericórdia ao proteger, favorecer e cuidar do crente, mas a reconciliação do homem com DEUS através da encarnação, sacrifício e ressurreição de nosso Senhor JESUS CRISTO (Ef 2.14). Por meio da justificação, o homem tem paz com DEUS (eirenen prós ton Theon - Rm 5.1). Observe que a preposição "prós" é a mesma que, emJo 1.1 (prós ton Theon), afirma que JESUS estava "face a face com DEUS". A paz oferecida por CRISTO coloca-nos na relação certa com DEUS - "cara a cara". Isso não é maravilhoso! Em Fp 4.6, Paulo usa mais uma vez a preposição "prós" para afirmar que não devemos viver ansiosos por coisa alguma, "antes, as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de DEUS (prós ton Theon)". Uma vez que o crente está em CRISTO, "frente a frente" com DEUS, sua oração e adoração são feitas "diante ou cara a cara" com DEUS! Assim, obtemos a Paz de DEUS.
 
DIMENSÕES
DA PAZ EM CRISTO
Paz com DEUS (Rm 5.1)
Paz de DEUS (Fp 4.7Cl 3.15)
Paz em CRISTO (Jo 16.33)
Paz com todos (Rm 12.18Hb 4.14)
 
PAZ DE CRISTO
A paz do cristão não é representada pelo gorjear matinal dos pássaros...
Mas na cruz de CRISTO.
A paz dos filhos de DEUS não se manifesta no cicio crepuscular das águas...
Mas na ressurreição de JESUS.
A paz dos servos de CRISTO não está no hálito gélido das montanhas...
Mas no Gólgota.
A paz dos servos do Senhor não é encontrada apenas na ausência de conflitos...
Mas também no rubro das vicissitudes.
A paz dos amados de DEUS não é fundamentada nos diplomatas das nações...
Mas no embaixador entre DEUS e os homens - JESUS CRISTO.
A paz dos santos de CRISTO não está em amuletos de bons presságios...
Mas na pessoa bendita de CRISTO.
"Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá.
Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize." João 14.27.
 
  (http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao7-dns-cristoaperfeitapaz.htm)
 
 
PALAVRA-CHAVE - Plenitude - Estado ou qualidade do que está completo.
 
INTERAÇÃO
Professor, estamos encerrando mais um trimestre. Analisamos de forma detalhada a Missão Integral da Igreja. Hoje, trataremos a respeito da Plenitude do Reino de DEUS. Na consumação final do Reino haverá uma renovação de toda a criação, que outrora gemia (Rm 8.19-21). O Diabo será derrotado para sempre e os justos viverão eternamente com o Soberano. Somos salvos em CRISTO, portanto devemos nos manter firmes nEle até o fim. Nossa esperança é a efetivação do Reino de DEUS, que terá seu início na segunda vinda de CRISTO. Enquanto esperamos a volta de CRISTO e como cidadãos do Reino temos uma missão: testemunharmos do Reino de DEUS.
 
OBJETIVOS - Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Compreender que a plenitude do Reino é a nossa bendita esperança.
Saber que o Reino de DEUS é uma sublime realidade.
Conscientizar-se de que a efetivação do Reino se dará com a segunda vinda de CRISTO.
 
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Para a aula de hoje tire cópias do quadro da página seguinte para os alunos. Explique que a plenitude do Reino é a nossa bendita esperança. Em breve JESUS CRISTO voltará e seu glorioso Reino será definitivamente estabelecido sobre a terra. Todavia, enquanto Ele não volta temos uma missão a cumprir neste mundo: Proclamar a Palavra de DEUS e testemunhar a toda criatura o Evangelho de CRISTO. Cumpramos a nossa missão, pois em breve JESUS, nosso Rei, voltará.
 
 
 
(http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao10-vemofim-ofimvem-omilenio-oreinodomessias.htm)
 
Lição 10 - Vem o Fim, O Fim Vem - O Milênio - O Reino Do Messias
 
Texto Áureo: “Bem aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte, mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos” (Ap 20.6). 
20.6 PRIMEIRA RESSURREIÇÃO. Esta expressão inclui a ressurreição de Cristo e de todo o povo de Deus. A ressurreição dos ímpios ocorrerá no fim do milênio (vv.12,13; Is 26.19-21; Dn 12.2,13; Jo 11.25,26; 5.28,29; 1 Co 15.20,52).
 
Verdade Prática: O Milênio não é uma fantasia nem uma criação poética. É o Reino de Deus que o Senhor Jesus Cristo, juntamente com a sua Igreja, implantará neste mundo logo após a Grande Tribulação.

Leitura Diária:
Segunda Is 2.4 O Milênio será um reino de paz
 4Ele exercerá o seu juízo entre as nações, e repreenderá a muitos povos. Estes converterão as suas espadas em arados e as suas lanças em podadeiras. Não levantará espada nação contra nação, nem aprenderão mais a guerra.Oséias 2.18 E, naquele dia, farei por eles aliança com as bestas-feras do campo, e com as aves do céu, e com os répteis da terra; e da terra tirarei o arco, e a espada, e a guerra e os farei deitar em segurança.
Zacarias 9.10 E destruirei os carros de Efraim e os cavalos de Jerusalém, e o arco de guerra será destruído; e ele anunciará paz às nações; e o seu domínio se estenderá de um mar a outro mar e desde o rio até às extremidades da terra.
 9.10 E ELE ANUNCIARÁ PAZ... E O SEU DOMÍNIO... ATÉ ÀS EXTREMIDADES DA TERRA.
Sem se referir ao período entre a ressurreição e a segunda vinda de Cristo, Zacarias dá um passo adiante. Vai até à sua segunda vinda no final dos tempos. Depois do triunfo de Cristo sobre o anticristo e seus exércitos, não haverá mais necessidade de carros de guerra, cavalos de batalha, nem de instrumentos bélicos. Os domínios do Senhor Jesus abrangerão toda a terra.

Terça Is 11.6 O Milênio será um reino de tranqüilidade
6 Morará o lobo com o cordeiro, e o leopardo com o cabrito se deitará; o bezerro, e o filho de leão e o animal cevado viverão juntos, e um menino pequeno os guiará.
11.6-9 E MORARÁ O LOBO COM O CORDEIRO. A era messiânica será caracterizada pela ausência de inimizade, crueldade e hostilidade, simbolizada aqui pela paz entre os animais. O Messias trará paz à terra e transformará os homens e a natureza como o fruto último da redenção (cf. 35.9; 65.20-25; Ez 34.25-29).

Quarta Is 11.8 As crianças estarão seguras
8 Brincará a criança de peito sobre a toca da áspide, e o já desmamado meterá a mão na cova do basilisco.
A era messiânica será caracterizada pela ausência de inimizade, crueldade e hostilidade, simbolizada aqui pela paz entre os animais. O Messias trará paz à terra e transformará os homens e a natureza como o fruto último da redenção (cf. 35.9; 65.20-25; Ez 34.25-29).

Quinta Is 11.10 As nações buscarão o Cristo de Deus
 10 Naquele dia as nações perguntarão pela raiz de Jessé, posta por estandarte dos povos, e o lugar do seu repouso será glorioso.
11.10-16 NAQUELE DIA. O tempo final do reino messiânico será precedido de um reagrupamento dos judeus que aceitarem Jesus Cristo como o Messias. Essa restauração dos judeus abrangerá o seguinte: (1) o remanescente judaico fiel que restar (vv. 11,12; cf. Dt 30.3-5; Jr 31.1,8,10; Ez 39.22,28); (2) o agrupamento dos judeus sob o Messias (11.10,12; Jr 23.5-8; Ez 37.21-25); (3) a purificação total de Israel (Dt 30.3-6; Jr 32.37-41; Ez 11.17-20); (4) a bênção e prosperidade na  terra (Jr 31.8,10,12,13,28; 32.37-41; Ez 28.25,26; 39.25-29; Am 9.11-15); (5) as bênçãos para todos os povos, gentios e judeus (v. 12; 55.3-5; 60.1-5; 10.14; Jr 16.15,19-21; Zc 2.10-12; Mq 4.1-4); (6) o julgamento dos ímpios (vv. 14-16; Jr 25.29-33; Jl 3.1,2,12-14); e (7) a restauração final nos últimos dias (Os 3.4,5; ver Rm 11.26

Sexta Is 35.1,2 Os lugares secos reverdecerão
 1 O deserto e os lugares secos se alegrarão; o ermo exultará e florescerá como a rosa. 2 Abundantemente florescerá, e também exultará de alegria, e romperá em cânticos. A glória do Líbano se lhe deu, a excelência do Carmelo e Sarom; eles verão a glória do Senhor, a excelência do nosso Deus.35.1 O ERMO EXULTARÁ. Enquanto o capítulo anterior lidou com juízo divino sobre os ímpios, este capítulo prediz um dia de redenção divina, quando a terra se encherá de retidão e manifestará a glória de Deus, com grande regozijo do seu povo. Este capítulo tem aplicação diversa, a partir da primeira vinda de Jesus Cristo, e culminando com a sua segunda vinda (ver Ap 19 22).

Sábado Is 35.4,5 Haverá saúde e conforto espiritual
4 dizei aos turbados de coração: Esforçai-vos, não temais; o vosso Deus virá com vingança; com recompensa divina ele virá, e vos salvará. 5 Então os olhos dos cegos se abrirão, e os ouvidos dos surdos se desimpedirão.
35.4 O VOSSO DEUS VIRÁ COM VINGANÇA. Deus virá, um dia, para retribuir ao mundo a sua iniqüidade e para recompensar os justos com sua grande salvação (cf. 2 Ts 1.6-10). Nesse tempo, os redimidos estarão completamente livres do pecado e todas as suas conseqüências.
35.5,6 OS OLHOS DOS CEGOS SERÃO ABERTOS. Jesus Cristo refere-se a estes versículos como evidência do seu messiado (Mt 11.4,5; Lc 7.22). Quando a igreja de Jesus Cristo realmente tem o poder do Espírito Santo para realizar as obras... maiores (Jo 14.12), os sinais e maravilhas de Is 35 voltarão a ocorrer, como durante o período do livro de Atos.
Leitura Bíblica Em Classe:
APOCALIPSE 20.1-61 Então vi descer do céu um anjo que tinha a chave do abismo e uma grande cadeia na mão. 2 Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o diabo e Satanás, e o amarrou por mil anos. 3 Lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e selou sobre ele, para que não enganasse mais as nações, até que os mil anos se completassem. Depois disto é necessário que seja solto, por um pouco de tempo. 4 Vi também tronos, e aos que se assentaram sobre eles foi-lhes dado o poder de julgar. E vi as almas daqueles que foram degolados por causa do testemunho de Jesus e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal na testa nem nas mãos. Reviveram, e reinaram com Cristo durante mil anos. 5 Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se completassem. Esta é a primeira ressurreição. 6 Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição. Sobre estes não tem poder a segunda morte, mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele durante os mil anos.20.2 PRENDEU O DRAGÃO... E AMARROU-O POR MIL ANOS. Depois da volta de Cristo e dos eventos do capítulo 19, Satanás será preso e amarrado por mil anos para que não mais engane as nações. Isso implica numa cessação total da sua influência durante mil anos. Depois dos mil anos, ele será solto por pouco tempo para enganar aqueles que se rebelarem contra o domínio de Deus (vv. 3,7-9). A obra mais comum de Satanás é enganar (ver Gn 3.13; Mt 24.24; 2 Ts 2.9,10).
20.3 PARA QUE MAIS NÃO ENGANE AS NAÇÕES. As nações que existirão durante o reino de Cristo na terra são formadas pelos crentes que estavam vivos no fim da tribulação (ver 19.21 *; 20.4 *). Embora a palavra "nações" seja, às vezes, especificamente usada para os ímpios, João também a usa para representar os salvos (21.24; 22.2).
20.4 TRONOS; E ASSENTARAM-SE SOBRE ELES. Aqueles que se assentam nos tronos são provavelmente os vencedores oriundos de todos os tempos (cf. 2.7 *) e possivelmente incluem os santos do AT (ver Ez 37.11-14; Ef 2.14-22; 3.6; Hb 11.39,40). Aqueles que "viveram" (i.e., voltaram à vida) depois da volta de Cristo são, conforme é declarado, os que foram fiéis a Ele e que morreram durante a tribulação (6.9; 12.17). João não menciona a ressurreição dos santos da igreja que morreram, porque ela já ocorreu quando Cristo retirou sua igreja da terra e a levou ao céu (ver Jo 14.3 *; 1 Co 15.51)
20.4 REINARAM COM CRISTO DURANTE MIL ANOS. Este reino de Cristo por mil anos é, às vezes, chamado "o milênio", termo de origem latina que significa "mil anos". As características deste reino são as seguintes: (1) Foi predito no AT (Is 9.6; 65.19-25; Dn 7.13,14; Mq 4.1-8; Zc 14.1-9; cf. Ap 2.25-28). (2) Satanás estará preso (ver vv. 2,3 *s). (3) Do reino milenial de Cristo participarão os salvos da igreja (2.26,27; 3.21; 5.10; 20.4), e, possivelmente, os santos ressurretos do AT (ver Ez 37.11-14; Ef 2.14-22; Hb 11.39,40), e os santos mártires da tribulação. (4) O povo do milênio a ser governado por Cristo consistirá dos que permanecerem fiéis a Ele durante a tribulação e até à sua vinda; e dos que nascerem durante o milênio (14.12; 18.4; Is 65.20-23; ver Mt 25.1 *). (5) Nenhum inconverso entrará nesse reino (ver 19.21 *). (6) Aqueles que reinarem com Cristo terão autoridade sobre todas as nações, e servirão e governarão Israel e as demais nações (v. 6; 3.21; 5.10; 20.6; Mt 19.28; ver Sf 3.9-20 *). (7) Haverá paz, segurança, prosperidade e justiça em toda a terra (Is 2.2-4; Mq 4.4; Zc 9.10; ver Zc 2.5 *; 9.8 *). (8) A natureza será restaurada à sua condição original, de ordem, perfeição e beleza (Sl 96.11-13; 98.7-9; Is 14.7,8; 35.1,2,6,7; 51.3; 55.12,13; 65.25; Ez 34.25; Rm 8.18-23; ver Is 65.17-25 *; Ez 36.8-15 *; Zc 14.8 *). (9) Todos que optarem pela senda da impiedade, da rebelião e da desobediência serão castigados (vv. 7-10). (10) No fim dos mil anos, o reino será entregue ao Pai, por Jesus (1 Co 15.24); então começará o reino final, eterno e perfeito de Deus e do Cordeiro (21.1-22.5).
20.6 PRIMEIRA RESSURREIÇÃO. Esta expressão inclui a ressurreição de Cristo e de todo o povo de Deus. A ressurreição dos ímpios ocorrerá no fim do milênio (vv.12,13; Is 26.19-21; Dn 12.2,13; Jo 11.25,26; 5.28,29; 1 Co 15.20,52)
20.7 SATANÁS SERÁ SOLTO. No fim do reino de Cristo, Satanás será solto. (1) O próprio Satanás, enganando-se ao ponto de supor que ainda poderá derrotar a Deus, sairá a enganar aqueles que quiserem rebelar-se contra o reino de Cristo, e ajuntará uma multidão de semelhantes rebeldes. (2) "Gogue e Magogue" (v. 8; expressão oriunda de Ez 38,39), representa
as nações do mundo rebeladas contra Deus e a sua justiça.
 
Objetivos: Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:
1- Definir biblicamente o termo Milênio.
2- Descrever os povos que estarão no Milênio.
3- Citar os objetivos do Milênio. 
 
Comentários:
INTRODUÇÃO
 
Juízo de Mateus 25.31-46 (Joel 3)
Juízo de Ap 20.11-15
Julgamento dos vivos
Julgamento dos mortos
Antes do Milênio
Depois do Milênio
Na terra
No espaço
Ovelhas, bodes e irmãos presentes
Só os perdidos
Julgamento coletivo
Julgamento individual
Sem ressurreição, exceto dos mártires da Grande Tribulação  (Ap 20.4)
Após a 2a ressurreição

I. O QUE É O MILÊNIO
1. Definição.  Apocalipse (20. 1-5; Ag 2.7).
O Milênio é o período de 1000 anos em que Cristo reinará sobre a terra, dando cumprimento às alianças abraâmica e davídica, bem como à nova aliança.
O Milênio é chamado de “reino dos céus” (Mt 6.10), “reino de Deus” (Lc 19.11), “reino de Cristo” (Ap 11.15), a “regeneração” (Mt 19.28), “tempos de refrigério” (At 3.19) e o “mundo por vir” (Hb 2.5).

2. O Milênio e o Reino de Deus. 
O Governo da Terra estará de acordo com a vontade de DEUS, ou seja, será Teocracia, governo de DEUS. Nenhum outro sistema de governo é representante de DEUS na terra, DEUS nunca intentou que houvesse monarquia (Os Hebreus é que pediram, com inveja dos governos ímpios à sua volta). Democracia nunca foi e nunca será o sistema de governo idealizado por DEUS, pois está mais do que provado que os homens não sabem se governar; somente JESUS é senhor dos senhores e rei dos reis e pode governar sobre todos.
1 Sm 12.17 Pedirei ao SENHOR que envie trovões e chuva para que vocês reconheçam que fizeram o que o SENHOR reprova totalmente, quando pediram um rei". 18 Então Samuel clamou ao SENHOR, e naquele mesmo dia o SENHOR enviou trovões e chuva. E assim todo o povo temeu grandemente o SENHOR e Samuel. 19 E todo o povo disse a Samuel: "Ora ao SENHOR, o teu Deus, em favor dos teus servos, para que não morramos, pois a todos os nossos pecados acrescentamos o mal de pedir um rei".
 
“E vi descer do céu um anjo que tinha a chave do abismo e uma grande cadeia na sua mão. Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos. E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que mais não engane as nações, até que os mil anos se acabem. E depois importa que seja solto por um pouco de tempo. E vi tronos; e assentaram-se sobre eles aqueles  a quem foi dado o poder de julgar. E vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta nem a sua imagem, e não receberam o sinal na testa nem na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos” (Ap 20.1-4).
Ap 20.2 PRENDEU O DRAGÃO... E AMARROU-O POR MIL ANOS. Depois da volta de Cristo e dos eventos do capítulo 19, Satanás será preso e amarrado por mil anos para que não mais engane as nações. Isso implica numa cessação total da sua influência durante mil anos. Depois dos mil anos, ele será solto por pouco tempo para enganar aqueles que se rebelarem contra o domínio de Deus (vv. 3,7-9).
A obra mais comum de Satanás é enganar (ver Gn 3.13; Mt 24.24; 2 Ts 2.9,10).
20.3 PARA QUE MAIS NÃO ENGANE AS NAÇÕES. As nações que existirão durante o reino de Cristo na terra são formadas pelos crentes que estavam vivos no fim da tribulação (ver 19.21 *; 20.4 *). Embora a palavra "nações" seja, às vezes, especificamente usada para os ímpios, João também a usa para representar os salvos (21.24; 22.2).
20.4 TRONOS; E ASSENTARAM-SE SOBRE ELES. Aqueles que se assentam nos tronos são provavelmente os vencedores oriundos de todos os tempos (cf. 2.7 *) e possivelmente incluem os santos do AT (ver Ez 37.11-14; Ef 2.14-22; 3.6; Hb 11.39,40). Aqueles que "viveram" (i.e., voltaram à vida) depois da volta de Cristo são, conforme é declarado, os que foram fiéis a Ele e que morreram durante a tribulação (6.9; 12.17). João não menciona a ressurreição dos santos da igreja que morreram, porque ela já ocorreu quando Cristo retirou sua igreja da terra e a levou ao céu (ver Jo 14.3 *; 1 Co 15.51)
20.4 REINARAM COM CRISTO DURANTE MIL ANOS. Este reino de Cristo por mil anos é, às vezes, chamado "o milênio", termo de origem latina que significa "mil anos".

II. QUANDO SERÁ O MILÊNIO
(Ap 19.11-21; Ap 20.2, 7, 10; Mt 25.41)
Logo após a Grande Tribulação, imediatamente após a batalha do Armagedom, depois que CRISTO separar dentre os restantes dos moradores da terra entre os perdidos, ou bodes e os que receberem o reino de CRISTO, as ovelhas. só entra no milênio quem aceitar a CRISTO como seu rei, seu senhor, como DEUS.

III. QUEM ESTARÁ NA TERRA DURANTE O MILÊNIO
(Mt 25.31-41; Ap 2.26,27).
Somente os Judeus e Gentios que aceitaram o reinado e senhorio de CRISTO sobre eles.

IV. OBJETIVOS DO MILÊNIO
Seu Governo:
-Seu cabeça será Cristo (Ap 19.16)
-Seu caráter. Um reino espiritual que produzirá paz, equidade, justiça, prosperidade e glória (Is 11.2-5).
-Sua capital será Jerusalém (2.3).
 
1. Exaltar a Cristo. (Fp 2.5-11; Ap 19.16; 1 Co 15.24-26)
Diante de CRISTO todo joelho se dobra.

2. Manifestar o Reino de Deus na sua plenitude. (Mt 6.10)
Manifestar o tipo de governo que DEUS deseja para seu povo.

3. Mostrar que este mundo pode ser administrado com justiça e eqüidade.
Demonstra na prática como se governa debaixo da autoridade de DEUS, sentindo e vendo os resultados práticos dessa submissão, recebendo em troca o amor, a prosperidade, a paz, a segurança, a justiça e a equidade de DEUS.

4. Deixar bem claro que os reinos deste mundo pertencem a Cristo. (Ap 11.15; Is 9.7; Dn 7.14).
Sua Relação com satanás: Durante este período satanás estará acorrentado, sendo liberto ao seu final, para liderar uma revolta final contra Cristo (Ap 20). Satanás será derrotado e lançado definitivamente no lago de fogo.
V. COMO SERÁ O MILÊNIO
1. Terá início com um grande derramamento do Espírito Santo. (Zc 12.9,10; 13.1; 14.2-9; Ap 1.7; Is 66.15,16; Zc 12.10).
Primeiro Espírito de Graça e Súplica, depois no Milênio Espírito de paz, de submissão, de amor.

2. Será um período de grande conhecimento da Palavra de Deus. (Is 2.3; Is 11.9; Zc 14.16).
O próprio JESUS ensinando, auxiliado pela Igreja (reis e sacerdotes)

3. Será um tempo de paz universal. 
(Mq 4.3).Quem ousaria lutar contra o vencedor da batalha de Armagedom? Satanás está preso e o povo está em paz e assim quer ficar.
 
4. Será uma era de abundante saúde física e mental. (Is 35.3-6).Doenças causadas por demônios já não existem mais e as naturais serão curadas por aquele que sara as nações ( JESUS ).
 
5. Será uma era de prosperidade, segurança e vida longa. (Is 65.22).Não tem mais ladrão para roubar o que se ganha trabalhando honestamente. O ladrão está preso.
 
6. Será um período de plena recuperação ecológica da terra. (Is 35.1,2).A terra será cultivada pelas próprias armas que a destruíram.
 
7. Israel habitará seguro, e estará de posse de todo o território que o Senhor prometera a Abraão.
(Ez 48)
Enfim os judeus saberão quem é seu rei e saberão qual é o resultado de ser fiel a JESUS, o filho de DEUS,
 
Estudo sobre Milênio do livro de Severino Pedro da Silva
 Apocalipse, versículo por versículo da CPAD:
 
APOCALIPSE Capítulo XX
 
1- "E VI descer do céu um anjo, que tinha a chave do abismo, e uma grande cadeia na sua mão".
 
I. "...um anjo, que tinha a chave do abismo". O Arcanjo Miguel deve está em foco* nesta passagem. Ele é o anjo guerreiro, citado sempre em conexão com a guerra (Dn 10. 21, 12, l; Jd v. 9; Ap 12. 9). Mas dessa vez sua tarefa é infinitamente maior. Ele deve amarrar ao próprio Satanás. Naturalmente não poderia fazer isso, exceto pela autoridade e poder de Deus. De acordo com Ap 1.18, é Cristo o possuidor das chaves: da morte e hades, a dimensão dos mortos. Portanto, nesta passagem, o uso dessas chaves é concedido ao elevado poder angelical por delegação divina (14").
 
1. O Abismo. Essa expressão é equivalente a "Hades", "Sheol" e outros termos que são traduzidos dentro do mesmo conceito. São palavras usadas tanto pêlos escritores do Antigo como do Novo Testamento. E agora, o "abismo" servirá de prisão durante mil anos para Satanás. "Hades" em sentido lato, quer dizer "escondido". A Bíblia também o descreve como sendo um "lugar" (At l. 25). Ele é realmente uma prisão contendo portas e ferrolhos (Jó 17. 16; Mt 16. 18), e ainda
chaves que presentemente estão nas mãos de nosso Senhor Jesus Cristo. "O abismo ou abyssus (grego) ou poço do abismo, ou tártaro* no grego é a "escuridão" onde está localizada a prisão dos espíritos maus.
Jd v. 6", (Ver notas expositivas sobre isso, em Ap 9. 2).
 
2- "Ele prendeu O dragão", a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás. e amarrou-o'' por mil anos".
 
l. "Ele prendeu o dragão". Muitos têm dificuldade em aceitar a prisão de Satanás no sentido literal. Mas nós temos na Bíblia outras passagens falando de "...espíritos^ em prisão'' (l Pd 3. 19; 2 Pd 2. 4: Jd ). As algemas que o agrilhoarão são de fabricação divina. Não há pois razão para recusar o sentido literal da "cadeia'' e "prisão 1 de SaTanás, pois a palavra grega usada para "cadeia" (hálusis). é a mesma usada nas passagens em (At 12. 7; 28. 20: 2 Tm l. 16: T. NestIé Em alusão a essas passagens diz que a significação é literal. Essas precauções contra o grande inimigo de Deus mostram-nos a grande e perigosa força desse inimigo: segurar, prender, lançar no abismo, fechá-lo, pôr selo sobre eIe.
 Os mil anos de Satanás no abismo não produzirão nenhuma mudança em seu caráter maligno, uma vez que seja liberto, provará ser o mesmo antigo diabo. Isso prova, que prisão não "transforma" mas "deforma". Mas enquanto estiver preso a terra se sentirá aliviada, com o reino milenial de Cristo que trará paz e justiça por mil anos.
 
3-. "E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele. Para não mais engane as nações, até que os mil anos se acabem, E depois importa que seja solto, por um pouco de tempo".
 
l. "...e pôs selo sobre ele". Devemos observar que além da chave encerrou-o; haverá também alguma "espécie de selo" posto sobre ele, impedindo-lhe espaço para qualquer movimento ou ação maléfica de sua pessoa, já estamos bastante familiarizados com o ("selo") como sinal de autoridade e respeito (l)n 6. 17; Mt 27. 66), como instrumento para marrar ou de fechar com um pouco de cera ou metal, que conserva fechado algum receptáculo ou livro. Este selo posto sobre Satanás o colorará na condição de uma "múmia", o qual como "sombra" apenas em seu sentimento perverso se revolverá ao redor da prisão. É possível que nesta passagem, devamos entender a selagem da entrada do abismo para que dali Satanás não possa sair.
 
l. Até que os mil anos se acabem. Neste capítulo checamos a "sétima" e ultima "dispensação da plenitude dos tempos" (o Milênio).
Nesta secção encontramos seis vezes a expressão ("mil anos"): vs. 2, 3-4, 6. 7. com respeito ao Milénio. O termo derivado do grego "rhilliad" e do latim "millenium": aponta para o futuro governo sobre a terra, exercido pelo "Príncipe da Paz" durante mil anos. Jerusalém será o centro de adoração para todos os povos e a Capital religiosa.do mundo (Jr 3. 17; Zc 14. 16 e ss): Assim o Reino do Messias será universal.
 
4, "E vi tronos; e assentaram-se sobre eles. e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus e que não adoravam a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram .com Cristo durante mil anos".
 
I. "...e vi tronos". O livro do Apocalipse, em sua divisão menor tem 404 versículos o do presente texto, sendo, porém, o maior deles (62 palavras). Este versículo nos fala de tronos e juizes. Devem ser os mesmos personagens vistos no capítulo 4 deste livro; são, sem dúvida alguma, o que falou Jesus em Mateus 19. 28: "...quando, na regeneração, o Filho do homem se assentar no trono da sua glória, também vós (os doze Apóstolos) assentareis sobre doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel". (Ver notas expositivas sobre "tronos", em Ap 2. 13).
 
l. As almas daqueles que foram degolados. Essas são as mesmas que João viu "debaixo do altar", em Ap 6. 9: (são os mártires da Grande Tribulação), eles agora terão o direito de "viver". Os tempos dos verbos gregos usados nesta passagem reforçam o significado do pensamento. O Dr. MacDowell nos fornece a seguinte sugestão: "Viveram e reinaram com Cristo (ingressivo) e reinaram com Cristo, etc.". "...Os outros mortos não reviveram (ezesam, aoristo ingressivo) até que os mil anos se acabaram"(142). Assim a expressão: "...e viveram" quer dizer: "...e ressuscitaram" por Cristo.
 
    5. "Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabaram. Esta é a primeira ressurreição".
 
I. "...Mas os outros mortos não reviveram". Justino Mártir, que viveu em Éfeso cerca de 135 d. C., escreveu acerca do Apocalipse de João "E, além disso, um homem entre nós, de nome João, um dos Apóstolos de Cristo, profetizou em uma revelação que lhe foi feita, de que aqueles que confiassem em Cristo passariam mil anos em Jerusalém, e que depois viria a ressurreição universal e eterna de todos, como também o juízo final" ('"). As Escrituras usam pelo menos três expressões sobre ressurreição:
 
a). A RESSURREIÇÃO ("de") MORTOS. Esta compreende pela ordem: O filho da viúva de Sarepta (l Rs 17. 21-22); O filho da Sunamita (2 Rs 4. 34-35); O homem que tocou os ossos de Eliseu (2 Rs 13. 43-44); O filho da viúva de Naim (Lc 7. 11-17); A filha de Jairo (Lc 8.54-55); Lázaro de Betânia (Jo 11. 43-44); Tabita (At 9. 40-41); Um jovem por nome Êutico (At 20. 9-12).
 
b). A RESSURREIÇÃO ("dentre") OS MORTOS. Esta compreende "...cada um por sua ordem..." (l Co 15. 23). Esta ordem de ressurreição, cronologicamente é mais ou menos assim: (a) Cristo as primícias. l Co 15. 20, 23; (b) Os que ressuscitaram por ocasião da ressurreição do Senhor. Mt 27. 52-53; (c) Os que são de Cristo na sua vinda, l Co 15. 2.3 a 24;
 
(d) As duas testemunhas escatológicas. Ap 11. 11-12; (e) Os mártires da Grande Tribulação. Ap 20. 4.
 
    c). A RESSURREIÇÃO ("dos") MORTOS. Esta é geral e abrangente. Ela compreende todos os mortos que morreram em seus delitos e pecados (cf. Dn 12. 2; Jo 5. 28-29).
 
6. "Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição: sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos".
 
I. "...parte na primeira ressurreição". A "Bem-aventurança" do presente versículo é aplicada à "ressurreição dos santos". O bem-estar espiritual, ou a felicidade dos mártires advém da primeira ressurreição. Assim, receberam a "vida última". O Novo Testamento, em seu conceito geral, jamais encerra a "vida eterna" como tendo lugar apenas* nesta vida, mas ele declara que após a morte física, o ser humano continuará vivendo na eternidade. Sobre os participantes da primeira ressurreição, podemos inferir que finalmente eles têm sido perdoados e não aparecem no último juízo (cf. Jo 5. 24). Admite-se, contudo, que a inferência mencionada por último não seja tão estranha como parece ser* para alguns estudiosos da Bíblia, isto é, dos cristãos serem "sacerdotes", e "reis" no Milênio. Para nós, isso não é estranho, pois isso sugere que há um ministério para eles cumprirem na última dispensação: a milenial (cf. Ez capítulos 40-48).
 
        7. "E, acabando-se os mil anos, Satanás será solto da sua prisão".
 
I. "...Satanás será solto". Com a soltura deste terrível ser, a geração da nova era será submetida a uma prova, como foi provado Adão, no jardim do Éden (Gn capítulo 3). Não seria mais necessário o homem agora aderir a Satanás a despeito de tudo que Cristo* já realizou por sua pessoa, porém, aqui, fica demonstrada a natureza humana. "A humanidade já foi provada sob todas as condições possíveis, e falhou em cada prova. Falhou debaixo da lei, e ainda mais debaixo da graça, e agora, "na dispensação da plenitude dos tempos" (o Milênio), quando o Senhor é conhecido em todo o mundo e reina a justiça em toda a terra, torna a falhar, não correspondendo à graça de Deus, a ele oferecida..."("4). Esta dispensação, que pela ordem cronológica é a sétima e a última. Não será* um tempo de graça, mas de justiça divina para todos; será o tempo em que "...os reinos do mundo" serão só de nosso Senhor e do seu Cristo (11. 15). Cumprir-se-á finalmente* Daniel 7. 13-14, suas palavras são aplicáveis a esse tempo do fim.
 
8. "E sairá a enganar as nações que estão sobre os quatro cantos da terra, Gògue e Magogue, cujo número é como a areia do mar, para as ajuntar em batalha".
 
I. "...Gogue e Magogue". Ezequiel 38-39 fala de Gogue, Magogue, Mezeque e Tubal. Geografícamente falando, "São regiões ocupadas pêlos antigos citas e tártaros, correspondendo aos modernos russos. Josefo diz que Magogue são os citas ou tártaros, correspondendo aos modernos russos. Mezeque converteu-se em Moskva (Moscou), como diz em russo, e Tubal é o moderno nome de Toboisk. Profeticamente falando, essa nação do norte é inimiga mortal de Israel. Em nossos dias, como é sabido, essa nação vem orando a Deus, para que o mesmo impeça uma invasão de Gogue à Terra Santa.
 
1. "No dia 28 de novembro (1983), 25 judeus ortodoxos foram a Hebrom, para interceder diante de Deus junto ao túmulo de Abraão para que "a chegada de Gogue e Magogue* ainda seja adiada", pois alguns deles tiveram um sonho: "Gogue e Magogue estariam prestes a vir". Já o rabino-chefe, diante do Muro das Lamentações considerou que "verdadeiros cabalistas não deveriam orar pelo adiamento da vinda de Gogue e Magogue, mas pelo seu rápido aparecimento, pois, assim, seria apressada a vinda do Messias"^146). Porém, é evidente que a investida de Gogue e Magogue na passagem em foco, não se refere* àquela mencionada em Ez capítulos 38-39. Uma está distante da outra, pelo menos, 1000 anos. Os nomes "Gogue e Magogue" em Ezequiel, se referem aos poderes do norte, chefiados pela Rússia; após o Milênio, porém, os nomes "Gogue e Magogue" são empregados metaforicamente para representar ("as nações que estão sobre os quatro cantos da terra").
 
9. "E subiram sobre a largura da terra, e cercaram o arraial dos santos e a cidade amada; mas desceu fogo do céu, e os devorou".
 
I. "...desceu fogo do céu, e os devorou". O comandante do norte na sua invasão a Terra Santa, não chegou a cercar "...o arraial dos santos" (ISRAEL) nem "...a cidade amada" (JERUSALÉM), mas foi derrotado por Deus nas montanhas da Judéia; e, ainda por um ato de misericórdia divina teve um ("lugar de sepultura") ao oriente do mar Morto (Ez 39. 11). Nesta secção, porém, Gogue e Magogue aqui representados, serão tragados por fogo que "desceu do céu", e os devorou.
"No sentido mais profundo, o Apocalipse é um livro de divindade. É um livro acerca de Deus; é um livro sobre os atos de Deus. Por igual modo, a derrota das    forças do mal é um ato divino. Os habitantes da cidade amada descobrirão que  Deus terá feito a causa dele e a causa deles. Eles terão armas suficiente poderosas para aquela batalha final.
Mas Deus proverá seu fogo destruidor dos céus
 
10. "E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre".
 
I. "...o diabo, que os enganava". A queda de Satanás nesta secção, aludi, profeticamente, à queda de todos os poderes do mal, conforme se depreende na secção seguinte. Ele tinha já passado mil anos no abismo, mas isso foi uma ação intermediária. Agora, entretanto, ele sofrerá sua derrota final e irá para seu destino. Finalmente a cabeça da serpente é ferida para sempre (Gn 3.15). A vitória conseguida sobre o diabo no calvário agora recebe operação completa. Sua queda será gradual. Ele será expulso dos ares para a terra e o mar no período da Grande Tribulação (12. 9 e ss). Será aprisionado por mil anos (20. 2 ss). E então, no texto em foco, derrotado completamente pela ação poderosa e imediata de Deus, mesclada de ira. Este capítulo do Apocalipse é a consolidação, no que diz respeito a toda e qualquer revolta ou rebelião do ser humano ou de hostes espirituais do mal. O bem triunfará, e o Cordeiro de Deus, tirará definitivamente "...o pecado do mundo" (Jo l. 29), e só existirá no Universo a semente do bem.
 
11. "E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e não se achou lugar para eles".
 
I. ("...UM GRANDE TRONO BRANCO"). Já tivemos ocasião de frisar em notas expositivas nos capítulos 2.13 e 20. 4 deste livro, a palavra "trono" ou "tronos". Ela, no grego, é ("thronos"). É usada no Novo Testamento com o sentido de "trono real" (cf. Lc l. 32, 52), ou com o sentido de "tribunal judicial" (cf. Mt 19. 28; Lc 22. 30). Também há alusão aos "tronos" de elevados poderes angelicais, ou governantes humanos (cf. Cl l. 16). O trono do presente texto, é grande! É de vastíssimas dimensões enchendo o campo inteiro de nossa visão; expulsa da vista todos os outros elementos. Ameaça; deixa a mente atônita. Trata-se de um infinito julgamento, diante do qual está o que é finito: os pobres humanos, mortos. O trono é branco! Resplandece de pureza e de santidade, o que exige justiça! castigo! julgamento! purificação! retribuição! Tudo isso descreve uma cena fora da história humana! É o Juízo Final!
 
12. "E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante do trono, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida: e os mortos foram julgados* pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras".
 
I. "...grandes e pequenos". O Filho se assentará juntamente com o Pai, em seu trono, para julgar. Mas o Pai é quem figura majestaticamente em todas as seguintes* referências: (At 17. 31; Hb l. 3; Ap 4. 2, 9; 5. l, 7, 13; 7. 10; 19. 4; 21. 5), e por meio de Jesus todos ali serão julgados (Jo 5. 22). Duas classes de seres, ali serão julgados: "...os grandes" (os anjos caídos). 2 Pd 2. 4: Jd v. 6, e os "...pequenos" (os homens em sentido geral). SI 8. 5; Hb 9. 27. Todos ali "...postos em pé"(14») diante do trono. Fica assim subentendida no expressivo a "segunda
ressurreição", isto é, dos incrédulos (20. 5).
 
1. Os mortos foram julgados. Entre os muitos julgamentos ou juízos mencionados na Bíblia, sete têm significação especial, como é descrito por C. I. Scofíeld(349) em seu SCOFIELD REFERENCE BIBLE:
 
(a) O julgamento dos pecados do crente na cruz de Cristo. Jo 13. 31. Ele foi aí justificado porque Cristo, havendo levado os seus pecados sobre a cruz, foi feito* por Deus justiça, l Co l. 30:
 
(b) O crente julgando-se a si mesmo, para não ser julgado com o mundo, l Co 11.31:
 
(c) O julgamento das obras dos crentes diante do Tribunal de Cristo, logo após o arrebatamento. Rm 14. 10; l Co 3. 12; 2 Co 5. 10:
 
(d) O julgamento das nações vivas, na "parousia" de Cristo com poder e grande glória. Mt 25. 32 e ss:
 
(e) O julgamento de Israel, na volta de Cristo. Ez 20.33 e ss; Mt 19. 28, etc.
 
(f) O julgamento descrito por Paulo em 2 Tm 4. l, que se dará "...na sua vinda e no seu reino".
 
(g) O julgamento do "Grande Trono Branco" aqui mencionado nesta secção (20. 11-15)
 
13. "E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras".
 
I. "...deu o mar os mortos que nele havia". Estes mortos saídos do mar, são aqueles que foram tragados na hecatombe provocada quando "...desceu fogo do céu", (v.10); Eles não passaram pela ação "intermediária" do Hades, visto que concomitantemente foi estabelecido o juízo final. João observa que não foi necessário no julgamento um anjo assistente "abrir" os livros. Eles se abriram movidos por uma força sobrenatural emanada do supremo Juiz: observe-se a frase: "...e abriram-se os livros..." (v. 12). Podemos observar a exposição excepcional do versículo 15 desta secção, ela demonstra um julgamento individual, confirmando o versículo 13: "...e foram julgados ("cada um")* segundo as suas obras". Deus julgará cada um segundo as suas obras, porque no inferno há também grau elevado de sofrimento (Ez 32. 21-23; Hb 10. 29); após uma acurada investigação do Justo Juiz, nas obras, feitos, motivos, memória e consciência, confrontando tudo com o que está escrito em cada livro (Jo 12. 48). Ali agora só há uma sentença: "Apartai-vos de mim!". Alguém se estremecerá, mas ali não haverá margem para erro, para indecisão, equívoco ou modifícaçâo('"").
 
l. Existe uma pergunta no meio da cristandade e até fora dela baseada nos versículos 11-15 que temos nesta secção: ("como serão julgados aqueles que morreram sem ouvir o Evangelho?"). Essa pergunta quando dentro da lógica da visualização do homem pode ultrapassar qualquer possibilidade de entendimento da mente humana. Mas é evidente que, Deus tem falado e vem falando ao homem de "muitas maneiras" (Hb l. l). Paulo diz que o Evangelho foi "pregado a toda criatura que há debaixo do céu" (Cl l. 23). Deus pode alcançar através de seus métodos a todos os homens; vejamos alguns dos métodos de Deus:
 
(a) DEUS fala através do Universo: "Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento ("anuncia") a obra das suas mãos... Sem linguagem, sem ("fala"), ouvem-se as suas vozes, em ("toda a extensão da terra"), e as suas palavras até ao fim do mundo". SI 19. 1-4:
 
(b) DEUS fala através da percepção: "Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles (nos homens) se manifesta, porque Deus lho manifestou. Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder... se entendem, e claramente se ("vêem") pelas coisas que estão criadas, para que eles (os homens) fiquem inescusáveis". Rm l. 19-20:
 
(c) DEUS fala através da consciência: "Porque, quanto os gentios, que não têm lei, fazem naturalmente as coisas que são da lei, não tendo eles lei, para si mesmos são lei. Os quais mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência, e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os; no dia em que Deus há de julgar os segredos dos homens, por Jesus Cristo". Rm 2. 14-16:
 
(d) DEUS fala através da vida dos animais: "Mas, pergunta agora às alimárias, e cada uma delas to ensinará; e às aves dos céus, e elas to farão saber;.ou fala com a terra; e ela to ensinará até os peixes do mar to contarão. Quem não entende por todas estas coisas que a mão do Senhor fez isto?". Jó 12. 7-9:
 
(e) DEUS fala através dos meios geográficos: "...Deus...anuncia agora a ("todos os homens"), e em ("tudo o lugar"), que se arrependam; Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo...". At 17. 30-31:
 
(f) DEUS fala através dos sonhos: "Antes Deus fala uma e duas vezes, porém ninguém* atenta para isso. Em sonho ou visão de noite, quando cai sono profundo sobre os homens, e adormecem na cama. Então ("abre os ouvidos dos homens"), e lhes sela a sua instrução. Para apartar o homem do seu desígnio, e esconder do homem a soberba; Para desviar a sua alma da cova, e a sua vida de passar pela espada". Jó 33. 14-18:
 
(g) DEUS fala através dos anjos: "E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar ("aos que habitam sobre a terra"), e a toda a naçffo, e tribo, e língua, e povo". Ap 14. 6:
 
(h) DEUS fala através de seu Filho: "Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pêlos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho". Hb l. l:
 
(i) DEUS fala através de sigais e milagres: "Testificando também Deus com eles, por sinais, e milagres, e várias maravilhas e dons do Espírito Santo...". Hb 2. 4a. Perguntamos agora: havendo Deus falado tanto e de muitas maneiras, chegará alguém inocente diante do Grande Trono Branco? (Êx 34, 7). Segundo se depreende do significado do pensamento, aqueles que não viveram de acordo com a ("FÉ"). Rm 4. 5-6; Hb 10. 38; serão ali julgados de acordo com as ("OBRAS"), Jn 3. 10. Deixemos o assunto com o Senhor - O Justo Juiz (Dt 29. 29; Rm 4.15).
 
14. "E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo: esta é a segunda morte".
 
I. "...foram lançados no lago de fogo". Naturalmente, é provável que este versículo* seja o cumprimento real, daquilo que profetizou Is 25. 8, e citado por Paulo em seu argumento sobre a ressurreição, em l Co 15. 26, onde é descrito que o "...último inimigo* que há de ser aniquilado é a morte". Isso significa um triunfo total de Cristo e dos santos. A morte, como aliada do pecado, será destruída juntamente com o pecado; o Hades* não envolverá mais terrores, para os santos nos céus.
Não haverá mais temor da morte (Hb 2. 15) ela não existirá (21. 4)-. O ciclo temível do juízo agora está completamente terminado. O Anticristo e seu consorte já haviam sido lançados no lago de fogo (19. 20).
Satanás sofreu essa mesma sanção (20. 10). Agora a morte e o inferno, são ali lançados. E no versículo 15, chegará a vez dos perdidos. É realmente a sorte dos ímpios, e todas as gentes que se esquecem de Deus
(SI 9. 17). Os anjos maus foram também ali lançados (Mt 25. 41).
 
15. "E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo".
 
I. "...aquele que não foi achado escrito". É evidente que os salvos, que comparecerão diante do trono branco, cujos nomes "se encontram no livro da vida", não é a Igreja (isso não afasta a possibilidade de ela estar presente, mas não para ser julgada, e, sim, tomar parte no julgamento), e sim, aqueles que foram fiéis a Deus durante o Reino Milenial de Cristo. "Diante do Trono Branco estarão multidões incalculáveis que, durante o Milênio, creram em Jesus e foram fiéis, e permaneceram até o fim. Quando Satanás, pela última vez, rebelou-se contra Deus, esses não o acompanharam e, agora, estão diante do Trono 'Branco, sabendo que seus nomes estão no Livro da Vida'").
 
1. O Lago de Fogo. É este o lugar onde o bicho não morre e o fogo nunca se apaga. (Cf. Mc 9. 46). "A palavra hebraica que descreve este lugar, como no Antigo Testamento, é "Tofete" (Is 30. 33; Jr 7. 31-32). Mas a palavra grega é "Geena" (Mt 5. 22, 29, 30; 10. 26; 23.14,15, 33).
 
"Geena" refere-se literalmente ao "Vale do filho de Himom", vale, este, fora da cidade de Jerusalém que servia de Monturo da cidade e onde queimavam seus filhos em sacrifícios a Moleque, o deus pagão. Jesus empregou o termo "Geena" 11 vezes, sempre no sentido literal. Ali sempre havia fogo aceso, servindo* desta maneira para figurar o Lago de Fogo que arde eternamente'^'''2). A palavra encontra-se em Mt 5, 22, 29, 30; 10. 28, 29: 23.15, 33; Mc 9. 43, 45, 47; Lc 12. 5; Tg 3. 6. Em cada caso, com exceção do último, a palavra sai dos lábios do Senhor Jesus em solene aviso das conseqüências do pecado- Ele descreve como o lugar onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga. A expressão é idêntica à que temos aqui: "o lago de fogo".

Pergunta mais freqüente sobre Milênio:
 Morrerá alguém durante o Milênio?
R. Sim. Is 65.20 Não haverá mais nela criança de poucos dias, nem velho que não cumpra os seus dias; porque o menino morrerá de cem anos; porém o pecador de cem anos será amaldiçoado.
 
Estudos Afins
ISRAEL NO PLANO DIVINO PARA A SALVAÇÃO
Rm 9.6 “Não que a palavra de Deus haja faltado, porque nem todos os que são de Israel são israelitas”.

INTRODUÇÃO. Em Rm 9–11, Paulo trata da eleição de Israel no passado, da sua rejeição do evangelho no presente, e da sua salvação futura. Esses três capítulos foram escritos para responder à pergunta que os crentes judaicos faziam: como as promessas de Deus a Abraão e à nação de Israel poderiam permanecer válidas, quando a nação de Israel, como um todo, não parece ter parte no evangelho? O presente estudo resume o argumento de Paulo.

SÍNTESE. Há três elementos distintos no exame que Paulo faz de Israel no plano divino da salvação.
(1) O primeiro (9.6-29) é um exame da eleição de Israel no passado. (a) Em 9.6-13, Paulo afirma que a promessa de Deus a Israel não falhou, pois a promessa era só para os fiéis da nação. Visava somente o verdadeiro Israel, aqueles que eram fiéis à promessa (ver Gn 12.1-3; 17.19). Sempre há um Israel dentro de Israel, que tem recebido a promessa. (b) Em 9.14-29, Paulo chama a nossa atenção para o fato de que Deus tem o direito de fazer o que Ele quer com os indivíduos e as nações. Tem o direito de rejeitar a Israel, se desobedecerem a Ele e o direito de usar de misericórdia para com os gentios, oferecendo-lhes a salvação, se Ele assim decidir.
(2) O segundo elemento (9.30—10.21) analisa a rejeição presente do evangelho por Israel. Seu erro de não voltar-se para Cristo, não se deve a um decreto incondicional de Deus, mas à sua própria incredulidade e desobediência (ver 10.3).
(3) Finalmente, Paulo explica (11.1-36) que a rejeição de Israel é apenas parcial e temporária. Israel por fim aceitará a salvação divina em Cristo. O argumento dele contém vários passos. (a) Deus não rejeitou o Israel verdadeiro, pois Ele permaneceu fiel ao “remanescente” que permanece fiel a Ele, aceitando a Cristo (11.1-6). (b) No presente, Deus endureceu a maior parte de Israel, porque os israelitas não quiseram aceitar a Cristo (11.7-10; cf. 9.31—10.21). (c) Deus transformou a transgressão de Israel (i.e., a crucificação de Cristo) numa oportunidade de proclamar a salvação a todo o mundo (11.11,12, 15). (d) Durante esse tempo presente da incredulidade nacional de Israel, a salvação de indivíduos, tanto os judeus como os gentios (cf. 10.12,13) depende da fé em Jesus Cristo (11.13-24). (e) A fé em Jesus Cristo, por uma parte do Israel nacional, acontecerá no futuro (11.25-29). (f) O propósito sincero de Deus é ter misericórdia de todos, tanto dos judeus como dos gentios, e incluir no seu reino todas as pessoas que crêem em Cristo (11.30-36; cf. 10.12,13; 11.20-24).

PERSPECTIVA. Várias coisas se destacam nestes três capítulos.
(1) Esse exame da condição de Israel não se refere à vida ou morte eterna de indivíduos após a morte. Pelo contrário, Paulo está tratando do modo como Deus lida com nações e povos do ponto de vista histórico, i.e., do seu direito de usar povos e nações conforme Ele quer. Por exemplo, sua escolha de Jacó em lugar de seu irmão Esaú (9.11) teve como propósito fundar e usar as nações de Israel e de Edom, oriundas dos dois. Nada tinha que ver com seu destino eterno, i.e., quanto a sua salvação ou condenação como indivíduos. Uma coisa é certa: Deus tem o direito de chamar as pessoas e nações que Ele quiser, e determinar-lhes responsabilidades a cumprir.
(2) Paulo expressa sua constante solicitude e intensa tristeza pela nação judaica (9.1-3). O próprio fato que Paulo ora para que seus compatriotas sejam salvos, revela que ele não admitia o ensino teológico da predestinação, afirmando que todas as pessoas já nascem predestinadas, ou para o céu, ou para o inferno. Pelo contrário, o sincero desejo e oração de Paulo reflete a vontade de Deus para o povo judaico (cf. 10.21; ver Lc 19.41, * sobre Jesus chorando por causa de Israel ter rejeitado o caminho divino da salvação). No NT não se encontra o ensino de que determinadas pessoas foram redestinadas ao inferno antes de nascer.
(3) O mais relevante neste assunto é o tema da fé. O estado espiritual de perdido, da maioria dos israelitas, não fora determinado por um decreto arbitrário de Deus, mas, resultado da sua própria recusa de se submeterem ao plano divino da salvação mediante a fé em Cristo (9.33; 10.3; 11.20). Inúmeros gentios, porém, aceitaram o caminho de Deus, que é o da fé, e alcançaram a justiça mediante a fé. Obedeceram a Deus pela fé e se tornaram “filhos do Deus vivo” (9.25,26). Esse fato ressalta a importância da obediência mediante a fé (1.5; 16.26) no tocante à chamada e eleição da parte de Deus.
(4) A oportunidade de salvação está perante a nação de Israel, se ela largar sua incredulidade (11.23). Semelhantemente, os crentes gentios que agora são parte da igreja de Deus são advertidos de que também correm o mesmo risco de serem cortados da salvação (11.13-22). Eles devem sempre perseverar na fé com temor. A advertência aos crentes gentios em 11.20-23, pelo fato da falha de Israel, é tão válida hoje quanto o foi no dia em que Paulo a escreveu.
(5) As Escrituras estão repletas de promessas de uma futura restauração de Israel ao aceitarem o Messias. Tal restauração terá lugar ao findar-se a Grande Tribulação, na iminência da volta pessoal de Cristo (ver Is 11.10-12; 24.17-23; 49.22,23; Jr 31.31-34; Ez 37.12-14; Rm 11.26; Ap 12.6)
BEP da CPAD
 
VEJA ESTUDO SOBRE MILÊNIO DO Pr. JOÃO DE OLIVEIRA DA CPAD EM http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/milenio-joaodeoliveira.htm
 
RESUMO DA LIÇÃO 13, A PLENITUDE DO REINO DE DEUS
I. A PLENITUDE DO REINO: UMA BENDITA ESPERANÇA
1. O DEUS da esperança.
2. Em CRISTO, temos esperança.
3. A esperança do Reino para a Igreja.
II. O REINO DE DEUS: UMA SUBLIME REALIDADE
1. Nas Escrituras.
2. No presente.
3. No futuro.
III. A CONSUMAÇÃO FINAL DO REINO DE DEUS
1. Aguarda a sua efetivação.
2. No Milênio.
3. Serão novas todas as coisas.
 
SINOPSE DO TÓPICO (1) - A Igreja de DEUS deve fazer a diferença neste mundo pecaminoso aguardando a plenitude do Reino.
SINOPSE DO TÓPICO (2) - No futuro o Reino de DEUS será espiritual e universalmente pleno.
SINOPSE DO TÓPICO (3) - Após o milênio o Reino eterno de DEUS será plenamente estabelecido. E os remidos da Antiga e da Nova Aliança habitarão na Nova Jerusalém.
 
AUXILIO BIBLIOGRÁFICO - Subsídio Teológico
"Em JESUS CRISTO, vemos o testemunho mais fundamental do Reino de DEUS. Este estava personificado em JESUS, conforme vemos no seu ministério e milagres. Sua vida, morte e ressurreição garantem-nos que, quando Ele vier de novo, esmagará a soberba que tem destruído a harmonia entre as nações bem como entre as pessoas. Em JESUS, vemos o poder de DEUS que um dia neutralizará o governo humano e encherá o mundo com um reino de Justiça. O reino, ou governo de DEUS, através da vida e ministério de JESUS revelou poder para destruir o domínio sufocante que o pecado tem sobre a humanidade. Essa é a base da missão global da Igreja na era presente. A proclamação feita por JESUS das boas-novas do Reino deve ser entendida em termos da aliança com Abraão, cujas condições declaravam o propósito de DEUS: abençoar a todos os povos da terra (Gn 1 2.3). JESUS não deixou dúvidas quanto ao Reino de DEUS já ter entrado na História, embora sua derradeira consumação ainda esteja no futuro (Mt 24.14). Porque esse reino já está manifestado à destra do trono do Pai, onde JESUS está agora exaltado, e intercede por nós (At2.33,34; Ef 1.20-22; Hb 7.25; 1 Jo 2.1) e de onde 'tendo recebido do Pai a promessa do ESPÍRITO SANTO, derramou isto que vós agora vedes e ouvis' (At 2.33), a Igreja pode avançar com confiança" (HORTON,Stanley M. Teologia Sistemática. .ed. Rio de Janeiro: CPAD.1996, pp.582,583).
 
VOCABULÁRIO
Vaticinar: Profetizar, predizer.
Milênio: Reino com duração de mil anos a ser instaurado, na terra, pelo Senhor JESUS logo após o arrebatamento da Igreja e do término da Grande Tribulação.
 
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática. Uma perspectiva Pentecostal. 1 ed. Rio de Janei­ro: CPAD.1996.
 
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 13, A PLENITUDE DO REINO DE DEUS
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 3º TRIMESTRE DE 2011
Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas corretas e com "F" as falsas.
 
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
Porque _____________________________ um rebento do tronco de _________________________, e das suas raízes um ____________________________ frutificará" (Is11.1).
 
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
Na _________________________________ de todas as coisas, DEUS estabelecerá plenamente o seu __________________________ e o entregará como ________________________________ aos que tiverem recebido a JESUS CRISTO como o seu Salvador.
 
INTRODUÇÃO
I. A PLENITUDE DO REINO: UMA BENDITA ESPERANÇA
3- O que as Escrituras revelam-nos a respeito do futuro?
(    ) Tudo se acabrá no Milênio.
(    ) Um DEUS disposto a remover o pecado através de seu Filho.
(    ) O meigo Nazareno é a resposta do Pai para o mundo.
(    ) O DEUS Eterno "habitou entre nós" e pelo seu sangue vertido na cruz, trouxe-nos a esperança de um novo e extraordinário futuro.
 
4- Qual nossa esperança, em CRISTO?
(    ) Em nossa peregrinação, DEUS nos convoca a cultivar a "bem-aventurada esperança" na manifestação gloriosa de Nosso Senhor JESUS CRISTO.
(    ) Um dia o veremos na sua vinda.
(    ) Todos serão iguais no futuro e todos estarão num mesmo lugar.
(    ) Seu Reino milenial será glorioso e definitivamente estabelecido sobre a terra, onde "todo joelho se dobrará [...] e toda língua confessará a DEUS".).
 
5- Na esperança do Reino, qual nossa função no mundo?
(    ) Há um povo que pode — e deve — fazer uma significativa diferença: a Igreja do Senhor.
(    ) Estaremos no milênio sendo reis e sacerdotes e num corpo humano e terreno sem doenças.
(    ) A Igreja deve expressar os valores do Reino de DEUS neste mundo e, numa perspectiva escatológica, viver antecipadamente a realidade do Reino.
 
II. O REINO DE DEUS: UMA SUBLIME REALIDADE
6- De que maneira o reino de DEUS é uma realidade, nas Escrituras?
(    ) O Reino de DEUS é o assunto central do Antigo Testamento.
(    ) Em Abraão, o Senhor separou um povo para si, objetivando cumprir o propósito soberano de fazer-se conhecido entre as nações.
(    ) No período veterotestamentário, a nação de Israel é a testemunha do reinado divino.
(    ) Em o Novo Testamento, das muitas parábolas que JESUS ensinou, grande parte delas refere-se diretamente ao Reino de DEUS.
(    ) Este é anunciado como uma realidade invisível, mas presente na terra.
(    ) O reino de DEUS é mencionado em todos os capítulos da bíblia.
(    ) As Escrituras ensinam que o reino divino, embora não consumado, está presente no mundo através do poder do ESPÍRITO SANTO na Igreja.
 
7- De que maneira o reino de DEUS é uma realidade, no presente?
(    ) Nós já experimentamos desse reino atravez de nossos sonhos.
(    ) JESUS Cristo efetiva o estabelecimento do Reino de DEUS no mundo, pois através dEle, DEUS fez-se "carne" e habitou entre nós.
(    ) A sua Igreja, como parte desse mesmo Reino, não proclama a si própria nem é um fim em si mesma, mas apresenta o Senhor do Reino ao mundo todo.
(    ) JESUS propõe uma transformação radical do ser humano, que gera abundante vida através do ESPÍRITO SANTO.
 
8- De que maneira o reino de DEUS é uma realidade no futuro?
(    ) A partir de Belém, o Messias reinará sobre toda a terra.
(    ) O Reino de DEUS será espiritual e universalmente pleno.
(    ) A partir de Jerusalém, o Messias reinará sobre toda a terra.
(    ) Esse é o tempo escatológico de que falou o profeta Daniel.
(    ) Nesse período, será restabelecida a perfeita comunhão da humanidade com DEUS.
 
III. A CONSUMAÇÃO FINAL DO REINO DE DEUS
9- O Reino de DEUS ainda não foi estabelecido "com poder e grande glória" (Mt 24.30). De que maneira o reino de DEUS aguarda a sua efetivação?
(    ) Isto somente terá início na segunda vinda de JESUS..
(    ) Isto somente terá início na terceira vinda de JESUS..
(    ) Entre o primeiro e o segundo adventos de CRISTO, o Reino de DEUS já terá chegado até aos confins da terra através do Evangelho.
(    ) Antes do arrebatamento, o Reino de DEUS já terá chegado até aos confins da terra através do Evangelho.
 
10- De que maneira o reino de DEUS expande-se no mundo?
(    ) Somente atraves da mídia escrita, falada, eletrônica e televisiva.
(    ) Ele expande-se por meio dos que recebem a JESUS como Salvador.
(    ) Este é o tempo da Igreja de CRISTO como a agência proclamadora do Reino de DEUS neste mundo.
 
11- O que significa "Milênio"?
(    ) Será um período de guerras constantes e de tormentas.
(    ) Os profetas vaticinaram que o reino messiânico é de justiça, paz e santidade.
(    ) Pelo fato de este ter a duração de mil anos, nós o denominamos de "milênio".
(    ) Neste tempo, a Igreja, em corpo glorioso, reinará juntamente com CRISTO sobre as nações.
 
12- O que acontecerá após o Milênio?
(    ) Haverá um banquete geral dos ímpios e dos santos.
(    ) Após o período milenial, o reino eterno de DEUS será plenamente estabelecido na nova terra e no novo céu, cujo centro será a Cidade Santa — a Nova Jerusalém.
(    ) Na Nova Jerusalém, os redimidos da Antiga e da Nova Alianças habitarão em glória e felicidade eternas.
(    ) A bênção maior é que todos "verão o seu rosto", então DEUS será "tudo em todos" por toda a eternidade.
(    ) Esta é a verdadeira vida eterna e, nós, a Igreja de DEUS, teremos o privilégio de sermos participantes desta mui rica promessa.
 
13- Como será cumprido as escrituras que dizem: "Serão novas todas as coisas" (Ap 21.5)? Complete:
A consumação final do Reino de DEUS é o estado de __________________________, ou perfeito estado eterno. A Bíblia revela o poder transformador de DEUS para este período: "E o que estava assen­tado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas" (Ap 21.5a). A palavra "fazer" nesta porção bíblica, segundo o teólogo pentecostal Stanley Horton, é usada para descrever um ato ________________________ de DEUS. Segundo Horton, "o que se fala aqui é de uma nova, uma recente criação". Portanto, a consumação final do Reino de DEUS implica uma total ______________________________ de toda a criação, que outrora gemia e tinha dores de parto, aguardando a manifestação ________________________ deste governo (Rm 8.19-21). É tempo de vivermos com mais intensidade a esperança da ______________________________ do Reino Eterno de DEUS!
 
CONCLUSÃO
14- Complete:
O Reino de DEUS em sua plenitude significa também a ____________________________ total do Diabo e de todas as hostes espirituais da maldade (Mt 25.41). No entanto, a glória final dos justos (Mt 13.43) e a nossa ______________________________ comunhão com DEUS (Lc 13.28,29) estão garantidas. Somos os filhos do Reino, pois fomos ____________________________ em CRISTO e nEle perseveraremos até ao fim (Mt 13.38). Portanto, convocamos todos os crentes em JESUS a levarem a sério sua __________________________ e a cumprirem, de fato, o compromisso de serem verdadeiros agentes ____________________________________ da sociedade por intermédio do Evangelho. Reajamos, pois, contra todas as obras opostas aos valores do Reino de DEUS. Glorifiquemos ao Senhor pelo o que somos, dizemos e fazemos. Amém!

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