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quarta-feira, 22 de junho de 2011

EBD- LIÇÃO 13 - AVIVA Ó SENHOR A TUA OBRA! (Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva)

 
 
TEXTO ÁUREO
“Porque derramarei água sobre o sedento, e rios sobre a terra seca; derramarei o meu ESPÍRITO sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre os teus descendentes.” (Is 44.3).
 
 
VERDADE PRÁTICA
O avivamento só é possível quando a Igreja de CRISTO se volta ao estudo sistemático e à obediência incondicional da Bíblia Sagrada.
 
 
LEITURA BÍBLICA: Atos 19.1-6, 11, 12, 18,19
1 Enquanto Apolo estava na cidade de Corinto, Paulo viajou pelo interior da província da Ásia e chegou a Éfeso. Ali encontrou alguns cristãos 2 e perguntou: — Quando vocês creram, vocês receberam o ESPÍRITO SANTO? Eles responderam: — Nós nem mesmo sabíamos que existe o ESPÍRITO SANTO. 3 — Então que tipo de batismo vocês receberam? — perguntou Paulo. — O batismo de João Batista! — responderam. 4 Então Paulo disse: — João batizava aqueles que se arrependiam dos seus pecados. E também dizia ao povo de Israel que eles deviam crer naquele que havia de vir depois dele, isto é, em JESUS. 5 Depois de ouvirem isso, aqueles homens foram batizados em nome do Senhor JESUS. 6 Aí Paulo pôs as mãos sobre eles, e o ESPÍRITO SANTO veio sobre eles. Então começaram a falar em línguas estranhas e a anunciar também a mensagem de DEUS. 11 DEUS fazia milagres extraordinários por meio de Paulo, 12 tanto que as pessoas pegavam lenços e aventais que ele usava e os levavam para os doentes tocarem. E, quando estes tocavam neles, ficavam curados; e de outras pessoas saíam os espíritos maus. 18 Então muitos dos que creram vinham e confessavam publicamente as coisas más que haviam feito. 19 E muitos daqueles que praticavam feitiçaria ajuntaram os seus livros e os trouxeram para queimar diante de todos. Quando calcularam o preço dos livros queimados, o total chegou a cinqüenta mil moedas de prata.
 
19.1 ÉFESO... ALGUNS DISCÍPULOS. Estes discípulos de Éfeso eram cristãos, ou discípulos de João Batista? Ambas as hipóteses são possíveis. (1) Alguns acham que eram cristãos. (a) Lucas os chama discípulos (v. 1), palavra esta que ele comumente aplica aos cristãos. Se Lucas quisesse indicar que eram apenas discípulos de João Batista, e não de CRISTO, teria dito isto mais claramente. (b) Paulo se dirige a eles como a crentes (v. 2). O verbo crer é empregado cerca de vinte vezes em Atos sem nenhum objeto direto. Em todos os demais casos, o contexto indica que o sentido é crer em CRISTO de modo salvífico. (2) Outros argumentam que os discípulos de Éfeso eram discípulos de João Batista que ainda esperavam a chegada do Messias. Depois de terem ouvido a respeito de JESUS da parte de Paulo, creram nEle como o CRISTO predito nas Escrituras, e nasceram de novo pelo ESPÍRITO (vv. 4,5). (3) Em qualquer das hipóteses, fica claro que foi somente depois de crerem, de serem batizados e receberem a imposição das mãos, é que foram cheios do ESPÍRITO SANTO (vv. 5,6).
19.2 RECEBESTES VÓS JÁ O ESPÍRITO SANTO...? Observe os fatos abaixo, no tocante aos discípulos de Éfeso. (1) A pergunta de Paulo sugere enfaticamente que ele os tinha como cristãos verdadeiramente convertidos, mas que ainda não tinham recebido a plenitude do ESPÍRITO SANTO. (2) A pergunta de Paulo, nesse contexto, refere-se ao batismo do ESPÍRITO SANTO como revestimento de poder e capacitação para o serviço, da mesma forma que ocorreu aos apóstolos no Pentecoste (cf. 1.8; 2.4). Ela não pode referir-se à presença do ESPÍRITO habitando no crente, porque Paulo sabia claramente que todos os crentes têm o ESPÍRITO habitando neles desde o primeiro momento da conversão e da regeneração (Rm 8.9). (3) A tradução literal da pergunta de Paulo é: Tendo crido, recebestes o ESPÍRITO
SANTO? Tendo crido (gr. pisteusantes, de pisteuo) é um particípio aoristo que normalmente indica ação anterior à ação do verbo principal (neste caso, receber ). Por isso, é possível traduzir assim: Recebestes já o ESPÍRITO SANTO depois que crestes? Isto concorda plenamente com o contexto do trecho, pois foi exatamente isto que aconteceu aos crentes de Éfeso. (a) Já tinham crido em CRISTO antes de Paulo conhecê-los (vv. 1,2). (b) Passaram, então, a ouvir a Paulo e crer em todas as suas demais mensagens que ele lhes deu a respeito de CRISTO e do ESPÍRITO SANTO (v. 4). (c) A seguir, Paulo aceitou a fé em CRISTO desses efésios como genuína e adequada, pois os batizou em nome do Senhor JESUS (v. 5). (d) Foi somente, então, depois de crerem e serem batizados em água, que Paulo lhes impôs as mãos e veio sobre eles o ESPÍRITO SANTO (v. 6). Houve, portanto, um intervalo de tempo entre o ato de crerem em CRISTO e a vinda do ESPÍRITO, enchendo-os do seu poder. A pergunta de Paulo, nesse contexto, indica que ele achava plenamente possível crer em CRISTO sem experimentar o batismo no ESPÍRITO SANTO. Esse trecho é fundamental por demonstrar que uma pessoa pode ser crente sem ter a plenitude do ESPÍRITO SANTO.
19.2 NEM AINDA OUVIMOS. A resposta dos crentes efésios à pergunta de Paulo, não significa que nunca tinham ouvido falar do ESPÍRITO SANTO. Certamente conheciam os ensinos do AT a respeito do ESPÍRITO, e com certeza tinham ouvido a mensagem de João Batista a respeito do batismo no ESPÍRITO SANTO que CRISTO traria (Lc 3.16). O que ainda não tinham ouvido era que o ESPÍRITO já estava sendo derramado sobre os crentes (1.5,8).
19.5 FORAM BATIZADOS. O batismo em água, em nome do Senhor JESUS , desses doze crentes de Éfeso (v. 7), testifica que tinham fé salvífica e que eram nascidos de novo pelo ESPÍRITO. Neste caso, o batismo em água precedeu o recebimento da plenitude do ESPÍRITO SANTO (v. 6).
19.6 VEIO SOBRE ELES O ESPÍRITO SANTO. Esse evento ocorre cerca de 25 anos depois do primeiro Pentecoste (2.4); mesmo assim, o padrão do recebimento por esses doze homens da plenitude do ESPÍRITO SANTO está conforme o modelo normal já apresentado por Lucas (ver 8.5-24). (1) Tinham crido em JESUS e tinham nascido de novo pelo ESPÍRITO. (2) Depois de terem sido batizados em água (v. 5), Paulo impôs sobre eles as mãos, e foram batizados no ESPÍRITO SANTO. (3) Quando o ESPÍRITO SANTO veio sobre eles, começaram a falar noutras línguas e a profetizar. Lucas nunca apresenta o derramamento do ESPÍRITO SANTO como algo que se possa perceber somente pela fé. Pelo contrário, mostra que é uma experiência identificável e que pode ser comprovada objetivamente; falar em línguas era a comprovação externa e visível que o ESPÍRITO SANTO viera sobre esses seguidores de JESUS.
19.12 LENÇOS E AVENTAIS. O ministério de Paulo em Éfeso foi marcado por milagres extraordinários de curas e de expulsão de demônios, levados a efeito de modo direto, ou através de lenços e aventais que ele carregava (i.e., lenços para enxugar suor e aventais usados por ele no trabalho com tecido e couro, na confecção de tendas) (18.3). As doenças desapareciam e os maus espíritos saíam, quando os sofredores tocavam nesses panos (cf. 5.15; Mc 5.27). Os evangelistas atuais que procuram obter dinheiro vendendo lenços, azeite, água, etc., ungidos , com a mesma finalidade, não estão agindo segundo os motivos e o caráter de Paulo, pois ele não usava essas coisas em troca de dinheiro. Ele apenas multiplicou o poder que nele havia, através desses meios tangíveis, e assim curou e libertou mais pessoas do que impondo as mãos pessoalmente. Não se trata aqui de ensino doutrinário como um princípio permanente, mas do registro de um caso no ministério de Paulo, dirigido por DEUS.
19.19 ARTES MÁGICAS. Esta expressão refere-se à prática da feitiçaria. A queima pública dos livros de magia demonstra que aqueles novos crentes em CRISTO eram imediatamente ensinados a largarem as práticas do ocultismo. A bruxaria, a magia negra, a feitiçaria, o espiritismo e outras práticas de ocultismo são atividades satânicas totalmente incompatíveis com o evangelho de CRISTO. Ninguém pode ser crente genuíno em CRISTO e, ao mesmo tempo, manter comunicação com maus espíritos, ou procurar manter contato com os mortos. DEUS proíbe e condena todas essas práticas, por serem abominações (Dt 18.9-13). Mexer com ocultismo e espiritismo é expor-se à poderosa influência satânica e à possessão demoníaca.
 
Objetivos - Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
- Compreender que a Igreja do Senhor, na atualidade, precisa buscar um autêntico avivamento espiritual;
- Saber que um genuíno avivamento gera mudança de vida, e
- Conscientizar-se de que é tempo de buscarmos a face de DEUS.
 
Palavra-Chave - AVIVAMENTO: Retorno de algo à sua verdadeira natureza e propósito.
 
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, inicie a aula perguntando: "O que é um avivamento?" Ouça com atenção os alunos e diga que, segundo Robert Coleman, "o aviamento torna-se evidente pela mudança operada no coração pelo Espírito Santo". Explique que a ideia de avivamento, tanto no Antigo quanto em o Novo Testamento, sugere um "retorno de algo à sua natureza e propósito". Mostre que Deus sempre estabelece condições para que uma renovação espiritual aconteça. Escreva, no quadro, algumas dessas condições relacionadas abaixo e discuta com os alunos a respeito de cada uma delas: Condições para um avivamento:
- Buscar a Deus;
- Submeter-se à Palavra do Senhor;
- Confissão de pecados;
- Arrependimento;
- Mudança de vida.
 
 
TESTEMUNHO PESSOAL - 1991 a 1995 (Congregações Monte Tabor e Monte Hermom - Imperatriz - MA)
Participei de dois avivamentos consecutivos e como esses nunca mais nem ouvir falar.
Eram normais as seguintes coisas ali:
Jejum
Oração por prazer
Santificação (de dentro para fora)
Muita importância dada aos Bons Costumes (fora aparecia o que estava dentro)
Estudo da Bíblia - maratonas bíblicas e 90% de presença na EBD e cultos de doutrina
Evangelismo e Missões
Louvor levando à Adoração
Adoração
Batismos Nas águas e no ESPÍRITO SANTO
Todos os Dons manifestados e através da maioria
Presença da Glória de DEUS (pessoas não paravam de pé em alguns momentos)
Alegria e união contagiantes
Salvação de almas
Libertação de possessos
Mensagem central - Arrebatamento
Relógio perdeu seu valor - Todos queriam morar na Congregação (para limpar a congregação tínhamos que carregar as pessoas para fora).
 
 
COMO INICIAR O AVIVAMENTO?
Habacuque
1.1 Oração do profeta Habacuque sob a forma de canto. 2 Ouvi, SENHOR, a tua palavra e temi; aviva, ó SENHOR, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos a notifica; na ira lembra-te da misericórdia.
 
3.1-19 ORAÇÃO. Este capítulo retrata o modo pelo qual Habacuque reage à resposta que DEUS lhe dera no capítulo dois. Entre o pecado do mundo e o juízo divino, o profeta aprendera a viver pela fé em DEUS, e a confiar na sabedoria dos seus caminhos.
3.2 AVIVA, Ó SENHOR, A TUA OBRA NO MEIO DOS ANOS. 
Habacuque sabia que o povo de DEUS havia pecado, e, conseqüentemente, seria submetido ao juízo divino. Nestas circunstâncias, faz duas petições: (1) Pede a DEUS que apareça entre o seu povo com nova manifestação de poder. Habacuque está ciente de que o povo não sobreviveria se o Senhor não interviesse com um derramamento de sua graça e de seu ESPÍRITO. Somente assim haveria verdadeira vida espiritual entre os fiéis. (2) Habacuque ora para que DEUS se lembre da misericórdia em tempos de aflição e angústia. Sem a sua misericórdia, o povo haveria de perecer. Hoje, com os alicerces da igreja sendo abalados, quando há aflição por todos os lados, imploremos ao Senhor que torne a manifestar sua misericórdia e poder para que haja vida e renovação entre o seu povo.
3.3-16 DEUS VEIO. 
Nestes versículos, Habacuque refere-se à ocasião em que DEUS livrou o seu povo do Egito (ver Êx 14). O mesmo DEUS que viera com salvação no passado, voltaria em toda a sua glória. Todos quantos esperavam sua vinda, viveriam e veriam seu triunfo sobre impérios e nações.
3.18-19 EU ME ALEGRAREI NO SENHOR. 
Habacuque testifica que servia a DEUS não por causa das suas dádivas, mas porque o Senhor é DEUS. Mesmo em meio ao castigo divino derramado sobre Judá (v. 16), o profeta opta por regozijar-se no Senhor. DEUS seria a sua salvação e o manancial inesgotável de suas forças. Ele sabia que um remanescente fiel haveria de sobreviver à invasão babilônica, por isso proclama com confiança a derradeira vitória dos que vivem pela fé em DEUS (cf. 2.4).
 
INTRODUÇÃO: Estamos vivendo em uma época que muito se fala de avivamento. Sabemos que o avivamento está as portas, e este avivamento que está para acontecer só depende da Igreja. E impossível começar um avivamento sem muita oração, jejum, quebrantamento, adoração e estudo da Palavra de DEUS.
 
1ª. PARTE: A NECESSIDADE DA ORAÇÃO:
O primeiro e maior dos avivamentos Evangélico. At.2:1 ao 3 para cumprir as profecias de: Jl. 2:28 e 29.
E também para cumprir as promessas do Senhor JESUS. At. 1:8.
Muitos querem receber o Derramar do ESPÍRITO SANTO, mas não querem orar.I Ts. 5:17.
Os discípulos antes de receberem este derramar do ESPÍRITO SANTO, suplicaram a DEUS com muitas orações. At.1:4; At. 2:1 ao 4; At. 4:24 ao 31.
Podemos ver pela Palavra de DEUS, que todos os homens de DEUS eram de oração. Ex. Davi. Sl. 109:4; Sl. 55:17; Daniel. 9:3.
A Palavra de DEUS nos mostra que o ESPÍRITO SANTO está sendo derramado sobre toda a carne que crê em JESUS CRISTO como Salvador e Senhor. Ef. 1:10 a ao 13.
Nós que cremos em JESUS CRISTO o que devemos fazer para o avivamento acontecer? Ef. 5:18.
 
2ª PARTE NECESSIDADE DO JEJUM:
Segundo a Palavra do Senhor JESUS, após a sua subida aos céus, iria haver uma grande necessidade dos discípulos jejuarem. Lc. 5:33 ao 35.
A Palavra de DEUS nos exorta, que para buscar o avivamento tem que haver jejum. Jl. 1:14; Jl. 2:15.
Antes que o avivamento aconteça é necessário que as forças das trevas caiam por terra. E isso só acontece com jejum e oração. Mt. 17:21; Et. 4:15 e 16; Mt. 4:2.
Muitas denominações são contra o jejum, mas a Palavra de DEUS mostra que é preciso jejuar e muito. II Co. 6:5; I Co.11:27.
A Palavra de DEUS nos dá como exemplo os homens de DEUS, que tinham uma vida de jejum. Davi Sl. 69:9 e 10; Sl. 109:24.
 
3ª PARTE: A NECESSIDADE DE QUEBRANTAMENTO:
Muitos para que aconteça o avivamento têm feito grandes movimentos de louvores, outros grandes eventos com pregadores de renome. Mas não é isto o que DEUS quer. Sl.51:17; I Sm.15:22; Pv.1:23.
Na verdade o que é quebrantamento? Mt. 3: 8; Mc. 1:4; At. 20 e 21, O que é necessário para termos o coração quebrantado? Hb. 3:7 e 8; Hb. 4:7.
Para que a nossa vida seja quebrantada é necessário renunciar ao nosso caráter, personalidade e ao nosso EGO. Lc. 14:33.
Também é necessário que o nosso homem velho morra, e venhamos a nascer de novo para poder haver o avivamento.Jõ. 3:3; Mt. 9:15 ao 17.
 
4ª PARTE ADORAÇÃO
O apóstolo Paulo descreve perfeitamente a verdadeira adoração em Romanos 12:1-2: “Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de DEUS que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a DEUS; este é o culto racional de vocês. Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de DEUS.”
Deve ser feita em ESPÍRITO e em verdade (Jo 4:20-24). Adorar é dar a própria vida em sacrifício vivo, santo e agradável a DEUS.
SACRIFÍCIO VIVO
a. Sacrifício vivo: uma aparente contradição de termos; contraste com sacrifício de animais mortos do AT; oferecer a própria vida em adoração a DEUS;
b. Comunhão: viver em CRISTO pela fé (Gl 2.20).
c. Sacrifício ambulante: sacrifício vivo pode ser entendido como “viver o sacrifício” — estilo de vida do novo homem.
i.“Por meio de JESUS, pois, ofereçamos a DEUS, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto dos lábios que confessam o seu nome” (Hb 13.15).
ii.“a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais, agradáveis a DEUS” (1Pe 2.5).
d. Vida/Morte: o contraste expresso por “sacrifício vivo” pode ser visto na proposição de CRISTO sobre o impulso de viver que resulta em morte e a disposição de morrer que resulta em vida.
i.“quem quiser salvar a sua vida, perde-a; mas quem perder a sua vida, salva-a” (citação livre de Mc 8.34-38);
ii.“Se o grão de trigo, lançado à terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, dá muito fruto” (Jo 12.24).
 
5ª PARTE ESTUDO DA PALAVRA DE DEUS
AVIVAMENTO PELO ENSINO DA PALAVRA DE DEUS

Texto base: Ne 8:1-18

PONTOS INTRODUTÓRIOS:
1º) Todos os avivamentos através da Bíblia e da História da Igreja, ocorreram pela Palavra de DEUS.
2º) Entendamos que sem a Palavra de DEUS não há Avivamento espiritual – Ez 37:4; Rm 10:17; Hb 4:12,13; Jo 21:9
3º) Se falharmos na missão de ensinar a Palavra de
DEUS (Mt 28:20; Rm 12:7), além de não desfrutarmos do pleno Avivamento, também veremos o triunfar dos modismos teológicos e heresias no seio de nossas igrejas.

Verdades do texto bíblico:
I. A Palavra de DEUS promove unidade
Ne 8:1 “E chegado o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se ajuntou como um só homem....”

II. Pregadores e ensinadores, saibam que o povo quer o Livro
Ne 8:1 “...e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o Livro da Lei de Moisés, que o Senhor ordenara a Israel.”

a) Enganam-se aqueles que pensam que o povo deseja outra coisa; o povo quer a Palavra.
b) Ensinador ou pregador, que estais trazendo para o povo ?

III. ESPERA-SE QUE O ENSINADOR CRISTÃO, ENSINE

Ne 8:2-3 “E, Esdras, o sacerdote, trouxe a Lei perante a congregação, assim de homens e de todos os entendidos para ouvirem, no primeiro dia do sétimo mês. E leu nela, diante da Praça das Águas, desde a alva até ao meio-dia, perante homens e mulheres, e entendidos; e os ouvidos de todo o povo estavam atentos ao Livro da Lei.”

Ne 8:8 “E leram o Livro, na Lei de DEUS, e declarando eexplicando o sentido, faziam que, lendo, se entendesse.”

IV. NUNCA USE O LOCAL DESTINADO PARA O ENSINO BÍBLICO PARA OUTRO PROPÓSITO

Ne 8:4 “E Esdras, o escriba, estava sobre um púlpito de madeira, que FIZERAM PARA AQUELE FIM...”

V. O ENSINADOR CRISTÃO EFICAZ NÃO TRABALHA SOZINHO
Ne 8:4 “...e estavam em pé junto a ele, à sua mão direita, Matitias, e Sema, e Anaías, e Urias, e Hilquias, e Maaséias; e à sua mão esquerda, Pedaías, e Misael, e Malquias, e Hasum, e Hasbadana, e Zacarias, e Mesulão.”

VI. O VERDADEIRO ENSINO BÍBLICO PRODUZ REVERÊNCIA
Ne 8:5 “E Esdras abriu o Livro perante os olhos do povo, porque estava acima de todo o povo; e, abrindo-o ele, TODO POVO SE PÔS EM PÉ.”

VII. É IMPOSSÍVEL HAVER VERDADEIRA ADORAÇÃO SEM O ENSINO DA PALAVRA DE DEUS
Ne 8:6 “E Esdras louvou o Senhor, o grande DEUS, e todo povo respondeu: Amém! Amém!-, levantando as mãos, e inclinaram-se e adoraram com o rosto em terra.

VIII. O ENSINO BÍBLICO COLOCA CADA UM NO LUGAR QUE DEUS DESEJA
Ne 8:7 “...e os levitas ensinavam ao povo na Lei, E O POVO ESTAVA NO SEU POSTO.”

IX. RESULTADOS MARAVILHOSOS DO ENSINO BÍBLICO

Ne 8:9-12
1. Quebrantamento real diante de DEUS – v.9
2. Vidas alimentadas – v.10
3. A presente alegria do Senhor nos corações – v.10
4. Um sentimento de compaixão e partilha – vs. 10,12

X. O ENSINO BÍBLICO SOMENTE ALCANÇARÁ ÊXITO, SE FOR CONSTANTE
Ne 8:13 “E no dia seguinte, ajuntaram-se os cabeças dos pais de todo o povo, os sacerdotes e os levitas, a Esdras, o escriba, e isso para atentarem nas palavras da Lei.
Ne 8:18 “E, de dia em dia, ele lia o Livro da Lei de DEUS, desde o primeiro dia até o derradeiro...”
 
O PODER DA PALAVRA DE DEUS. A palavra de DEUS permanece firme nos céus (Sl 119.89; Is 40.8; 1Pe 1.24,25). Não é, porém, estática; é dinâmica e poderosa (cf. Hb 4.12), pois realiza grandes coisas (55.11).
(1) A palavra de DEUS é criadora. Segundo a narrativa da criação, as coisas vieram a existir à medida que DEUS falava a sua palavra (e.g., Gn 1.3,4,6,7,9). Tal fato é resumido pelo salmista: “Pela palavra do SENHOR foram feitos os céus” (Sl 33.6, 9); e pelo escritor aos Hebreus: “Pela fé, entendemos que os mundos, pela palavra de DEUS, foram criados” (Hb 11.3; cf. 2Pe 3.5). De conformidade com João, a Palavra que DEUS usou para criar todas as coisas foi JESUS CRISTO (Jo 1.1-3). (2) A palavra de DEUS sustenta a criação. Nas palavras do escritor aos Hebreus, DEUS sustenta “todas as coisas pela palavra do seu poder” (Hb 1.3; ver também Sl 147.15-18). Assim como a palavra criadora, essa palavra relaciona-se com JESUS CRISTO segundo Paulo insiste: “todas as coisas subsistem por ele [JESUS]” (Cl 1.17). (3) A palavra de DEUS tem o poder de outorgar vida nova. Pedro testifica que nascemos de novo “pela palavra de DEUS, viva e que permanece para sempre” (1Pe 1.23; cf. 2 Tm 3.15; Tg 1.18). É por essa razão que o próprio JESUS é chamado o Verbo da vida (1Jo 1.1). (4) A palavra de DEUS também libera graça, poder e revelação, por meio dos quais os crentes crescem na fé e na sua dedicação a JESUS CRISTO. Isaías emprega um expressivo quadro verbal: assim como a água proveniente do céu faz as coisas crescerem, assim a palavra que sai da boca de DEUS nos leva a crescer espiritualmente (55.10,11). Pedro ecoa o mesmo pensamento ao escrever que, ao bebermos do leite puro da palavra de DEUS, crescemos em nossa salvação (1Pe 2.2). (5) A palavra de DEUS é a arma que o Senhor nos proveu para lutarmos contra Satanás (Ef 6.17; cf.Ap 19.13-15). JESUS derrotou Satanás, pois fazia uso da Palavra de DEUS: “Está escrito” (i.e., “consta como a Palavra infalível de DEUS”; cf. Lc 4.1-11; ver Mt 4.1-11). (6) Finalmente, a palavra de DEUS tem o poder de nos julgar. Os profetas do AT e os apóstolos do NT freqüentemente pronunciavam palavras de juízo recebidas do Senhor. O próprio JESUS assegurou que a sua palavra condenará os que o rejeitarem (Jo 12.48). E o autor aos Hebreus escreve que a poderosa palavra de DEUS julga “os pensamentos e intenções do coração” (ver Hb 4.12). Noutras palavras: os que optam por desconsiderar a palavra de DEUS, acabarão por experimentá-la como palavra de condenação.
 
Principais Avivamentos no AT:
a) Avivamento com Moisés (Êxodo 32 e 33)
b) Avivamento com Samuel (1 Samuel 7, com capítulos 1-6 dando o contexto)
c) Avivamento com Davi (2 Samuel 6,7)
d) Avivamento com Asa (2 Crônicas 14-16)
e) Avivamento com Josafá (2 Crônicas 17-20)
f) Avivamento com Jeoiada (2 Crônicas 23,24)
g) Avivamento com Ezequias (2 Crônicas 29-32)
h) Avivamento com Josias (2 Crônicas 34,35)
i) Avivamento com Zorobabel (Esdras 1-6)
j) Avivamento com Esdras (Esdras 7-10)
k) Avivamento com Neemias (Neemias 1-13)
l) Avivamento com Joel (Joel 1, 2)
 
Principais Avivamentos no NT:
No apogeu de um grande avivamento Jesus aparece e é batizado por João Batista, depois de sair de um longo período de jejum e oração no deserto e ter vencido as tentações do diabo. Escolhe e treina seus discípulos; ascende aos céus, deixando-os na expectativa de receberam a promessa do Espírito (Lc 24.49-53; At 1.1-26).
O poderoso derramamento do Espírito Santo, no dia de Pentecostes, inaugura o avivamento aquilo que Jesus havia predito (At 2.1-47).  Marca-se, assim, o início de uma nova era na história da redenção. Por três anos Jesus trabalhara na preparação desse dia: � o dia em que a Igreja, discipulada por intermédio de seu exemplo, redimida por seu sangue, garantida por sua ressurreição, sairia em seu nome a proclamar o Evangelho "até os confins da terra" (At 1.8).
O livro de Atos registra a dimensão desse avivamento. Avivamento em Jerusalém, em Samaria, em Antioquia da Síria e em Éfeso. E de lá para cá, são muitos os relatos da obra vivificadora do Espírito Santo na história da igreja, como por exemplo, na Alemanha com a Reforma Protestante do século XVI, na Inglaterra no século XVIII, entre os negros Zulus da África do Sul na década de 60 e na Coréia do Sul nestes últimos tempos, e o mais recente talvez seja o da décata de 90 em Toronto, Canadá.
Nos Estados Unidos, em 1734. Havia uma consciência da necessidade de alcançar os não-crentes e fortalecer os já convertidos.  Jonathan Edwards (1703-1758), com sua simplicidade de vida e muita oração, exerceu grande impacto sobre as pessoas. George Whitefield (1714-1770) foi outro grande avivalista desse período. O resultado do trabalho desses homens foi milhares de conversões e o nascimento de muitas igrejas. Na Nova Inglaterra (EUA), numa população de 300 mil pessoas, houve entre 30 e 40 mil conversões. Houve fortalecimento moral nos lares, fundação de cursos teológicos e de obras sociais.
Já na Europa, várias ondas de grandes avivamentos começaram após a metade do século XVII. Em 1670, na Alemanha, o pastor Philip Spener organizou reuniões para estudo bíblico e oração nas casas. Surgiram obras sociais e um novo vigor espiritual veio sobre a igreja luterana. Fundaram-se muitos campos missionários.
O avivamento dos Morávios iniciou-se em 1727. Começaram a buscar ao Senhor em oração e, de repente, houve um derramar do Espírito sobre a igreja. Havia choro, quebrantamento e manifestações até entre crianças. Os morávios iniciaram um ministério de oração contínua que durou mais de 100 anos, 24 horas de oração diária e ininterrupta.
Na Inglaterra, João Wesley foi o instrumento de Deus para mudar a história da igreja. Homem de oração deu ênfase ao estudo bíblico. Opôs-se ao álcool, à guerra, à escravidão. Houve muitas conversões.
 Já no século XIX alguns homens foram instrumentos de Deus para liderar grandes avivamentos:
Charles G. Finney foi poderoso na Palavra, na oração e no testemunho. Viveu nos Estados Unidos. Sob a influência de sua pregação, igrejas foram renovadas, nasceram novas comunidades, pessoas deixaram vícios, etc.
Charles H. Spurgeon (1834-1892) foi professor de crianças na EBD e viu muitos pais se converterem com o testemunho dos filhos. Spurgeon foi poderoso na pregação. Sinais e prodígios eram comuns em suas reuniões. Esse avivamento iniciou-se na Inglaterra e alcançou outros países.
Dwight L. Moody viveu de 1837 a 1899, nos Estados Unidos da América. Calcula-se que cerca de 500 mil pessoas entregaram-se a Cristo por seu intermédio. Dedicou-se a EBD. Começou com 12 crianças e, em poucos anos, esse número chegou a 12 mil.
Gunnar Vingren e Daniel Berg se conheceram em Chicago. O avivamento da rua Azusa espalhou-se por toda a América alcançando quase todos os estados. A cem quilômetros de Chicago, South Bend, no Estado de Indiana, morava Gunnar Vingren. Um jovem pastor batista imigrante da Suécia. Atraído pelo Movimento Pentecostal, Gunnar Vingren parte de sua cidade em busca de uma resposta divina para o seu chamado missionário. Em uma Conferência Evangélica ele conheceu Daniel Berg, também imigrante da Suécia. Conversaram longamente sobre a convicção que tinham de que, em futuro próximo, seriam missionários onde quer que o Senhor lhes enviasse.
Resolveram orar diariamente até que Deus lhes mostrasse o caminho a seguir.
Pará - Certo dia um cristão americano por nome Olof Uldin, teve um sonho, no qual pode ver nitidamente o nome Pará. Conhecido de Vingren e Berg revelou-lhes o que havia sonhado. Ambos entenderam como uma resposta divina para as suas orações e buscaram saber onde ficava este lugar chamado Pará. Concluíram através de um mapa encontrado em uma biblioteca que Pará ficava no Brasil. Chegaram a duvidar da chamada Divina por conta da distancia que encontraram no mapa. Mas em oração e constante busca por uma resposta divina tiveram confirmação do destino.
Nascia assim um grande avivamento no Brasil (Almas sendo salvas, batismos com o ESPÍRIO SANTO, curas e milagres extarordinários).
Que Deus derrame do seu Espírito sobre nós para que possamos, como igreja e povo brasileiros, experimentar mais uma vez aquele "fogo abrasador" que nos purifica e nos santifica para uma vida cristã de obediência à sua Palavra e somente assim transformarmos nossa sociedade tão corrompida pelo pecado.
Desafio: Deus está levantando uma geração de cristãos verdadeiramente comprometidos com o evangelho. Um comprometimento radical, um concerto profundo, uma vida no altar, semelhante ao que aconteceu na vida de cada personagem bíblico analisado neste capítulo: - Você esta disposto a ser um Agente Mobilizador de Avivamento em sua comunidade? Você esta disposto a correr riscos, se expor, denunciar o pecado, derrubar os postes ídolos em sua vida? E em sua igreja? E cidade? E Mundo? (Pr. Jelson Becker - www.guiame.com.br).
 
 
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO
Subsídio Devocional "Deus estabelece Condições
Alguns jogam sobre Deus toda a responsabilidade pela renovação espiritual. Sendo humanos, não podemos fazer nada a respeito - simplesmente precisamos esperar no Senhor. Essa ideia realça corretamente a absoluta soberania de Deus. Mas se a soberania de Deus serve para justificar a indiferença, então não está sendo bem compreendida. É certo que os avivamentos são enviados por Deus. Sendo demonstrações da graça soberana, são inteiramente sobrenaturais. Mas Deus não viola sua integridade quando os envia. Os avivamentos precisam estar em harmonia com a Palavra de Deus.
Se as condições divinas são preenchidas, podemos confiar que o avivamento virá. Como disse Charles Finney: 'O avivamento é o uso correto dos meios adequados. Os meios que Deus prescreveu [...] produzem avivamento, Caso contrário, Deus não os teria prescrito'. Portanto, se precisamos ser renovados, a nossa tarefa é sermos renovados. Se é nossa tarefa, é possível.' Billy Graham salienta o mesmo princípio quando afirma: 'Creio que podemos ter um avivamento sempre que preenchemos as condições de Deus. Creio que Deus é fiel à sua Palavra e que Ele fará chover a justiça sobre nós, se preenchermos suas condições.' Portanto, não é uma questão de Deus ter a capacidade ou o desejo de enviar um avivamento. A questão é: Queremos que se cumpra a vontade de Deus? Se ousarmos pensar sim, então nos comprometeremos a remover de nossà vida todos os obstáculos que poderiam impedir o avivamento. [...] A vontade de Deus é clara. O próximo passo cabe a nós" (COLEMAN, Robert. A Chegada do Avivamento Mundial. 1.ed. RJ: CPAD, 1996, pp. 37-8).

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